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Distrito Federal

Amigos e parentes se despedem de Mary Stella, morta pelo companheiro

Velório e enterro ocorreram na tarde deste sábado (17/3), no cemitério da Asa Sul. Assassino se matou logo após disparar contra a mulher

17/03/2018 16:59, atualizado 18/03/2018 15:20
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Isadora Teixeira/Metrópoles
Amigos e parentes se despedem de Mary Stella, morta pelo companheiro

O último adeus a Mary Stella Maris Gomes Rodrigues dos Santos, 32 anos, foi marcado por dor e comoção. Na tarde deste sábado (17/3), amigos e familiares se despediram da mulher assassinada a tiros à queima-roupa pelo companheiro, o piloto do Metrô-DF Júlio César dos Santos, 38, que se matou logo após cometer o homicídio. O crime ocorreu na residência do casal, na QNN 4, em Ceilândia Sul, na tarde de sexta (16).

A hoteleira Wirla Nogueira, 38, resume a personalidade de Mary Stella em uma palavra: feliz. Wirla conta que foi colega de trabalho dela por dois anos. Nesse tempo, as duas viraram amigas e não perderam o contato. “Ela era muito querida. Sempre com um sorriso no rosto”, lembra.

O velório e o sepultamento do corpo da vítima ocorreram na tarde deste sábado (17), no Campo da Esperança da Asa Sul. Todos os presentes acompanharam o enterro chocados com a brutalidade como a vida de Mary Stella chegou ao fim.

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A atendente Amanda de Morais, 32, era colega de Mary Stella. A amiga revela que ela trabalhou na manhã de sexta-feira (16) e tinha combinado de ir a um happy hour com outras colegas do serviço de Call Center, por volta das 15h.

A morte de Mary Stella pegou todos de surpresa, segundo Amanda. “Ela não demonstrava que tinha qualquer problema em casa. Era sempre feliz, alegre e calma”, pontua.

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6 imagens
Júlio César trabalhava desde 2010 no Metrô-DF
Corpos ficaram caídos próximo ao portão da residência do casal
Movimentação no local do crime, em Ceilândia
Polícias Civil e Militar estão no local do crime
Arma usada no crime
Mary Stella tentou escapar do seu algoz, o ex-companheiro
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Mary Stella tentou escapar do seu algoz, o ex-companheiro

Reprodução/Facebook
Júlio César trabalhava desde 2010 no Metrô-DF
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Júlio César trabalhava desde 2010 no Metrô-DF

Reprodução
Corpos ficaram caídos próximo ao portão da residência do casal
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Corpos ficaram caídos próximo ao portão da residência do casal

Igo Estrela/Especial para o Metrópoles
Movimentação no local do crime, em Ceilândia
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Movimentação no local do crime, em Ceilândia

Igo Estrela/Especial para o Metrópoles
Polícias Civil e Militar estão no local do crime
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Polícias Civil e Militar estão no local do crime

Igor Estrela/Especial para o Metrópoles
Arma usada no crime
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Arma usada no crime

PMDF

O enterro de Júlio César será domingo (18), em Sobradinho. O sindicato dos metroviários publicou nota para informar da cerimônia.

Reprodução

O crime
Durante uma áspera discussão na tarde de sexta (16), Júlio César pegou um revólver calibre .38, tirou a vida da esposa e depois se matou. Tudo na frente de um dos filhos, de apenas 2 anos.

Segundo uma testemunha-chave ouvida pelo Metrópoles, o menino estava no colo do pai, que tentava forçar a porta durante a briga com a mulher. Logo depois, a vítima saiu gritando por socorro e correu até o portão. Antes que os vizinhos chamassem a polícia, Júlio César efetuou os disparos.