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Distrito Federal

Piloto do Metrô disse a amigo que pensava em fazer "uma besteira"

Na véspera de matar a mulher e se suicidar, Júlio César dos Santos saiu para beber e deu sinais de que poderia cometer o crime

16/03/2018 18:36, atualizado 16/03/2018 18:49
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Reprodução
Piloto do Metrô disse a amigo que pensava em fazer “uma besteira”

Um relacionamento conturbado acabou em tragédia na tarde desta sexta-feira (16/3). Depois de uma áspera discussão, o piloto do Metrô-DF Júlio César dos Santos, 38 anos, matou a mulher a tiros e depois se suicidou. O crime ocorreu na residência do casal, na QNN 4, em Ceilândia Sul.

O Metrópoles ouviu uma pessoa que era muito próxima de Júlio César. Segundo o homem relatou, as brigas entre o casal se intensificaram há três meses, depois de Mary Stella Maris Gomes Rodrigues dos Santos, 32, descobrir que o marido tinha “vários casos extraconjugais”.

“Ontem [quinta], bebemos cerveja e ele disse que estava pensando em fazer uma besteira. Mas imaginei que a besteira era apenas pedir o divórcio. Jamais que ele quisesse cometer uma barbaridade dessas”, disse o amigo.

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Júlio César trabalhava desde 2010 no Metrô-DF
Corpos ficaram caídos próximo ao portão da residência do casal
Movimentação no local do crime, em Ceilândia
Polícias Civil e Militar estão no local do crime
Arma usada no crime
Mary Stella tentou escapar do seu algoz, o ex-companheiro
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Mary Stella tentou escapar do seu algoz, o ex-companheiro

Reprodução/Facebook
Júlio César trabalhava desde 2010 no Metrô-DF
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Júlio César trabalhava desde 2010 no Metrô-DF

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Corpos ficaram caídos próximo ao portão da residência do casal
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Corpos ficaram caídos próximo ao portão da residência do casal

Igo Estrela/Especial para o Metrópoles
Movimentação no local do crime, em Ceilândia
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Movimentação no local do crime, em Ceilândia

Igo Estrela/Especial para o Metrópoles
Polícias Civil e Militar estão no local do crime
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Polícias Civil e Militar estão no local do crime

Igor Estrela/Especial para o Metrópoles
Arma usada no crime
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Arma usada no crime

PMDF

Vizinhos confirmam que as brigas entre marido e mulher eram constantes. “Já ouvimos quebra-quebra, a voz alterada dela. Chegavam às vias de fato mesmo”, contou um deles.

Na tarde desta sexta, o piloto vestiu o uniforme e se preparava para entrar no serviço, às 16h30, quando começou mais uma discussão na casa. O casal entrou em luta corporal, segundo testemunhas. Mary pediu ajuda aos vizinhos e disse que o marido estava armado.

Ao tentar abrir o portão da casa, foi puxada pelos cabelos por Júlio César. Nesse momento, o servidor do Metrô atirou com o revólver de sua propriedade, que seria registrado, na mulher e depois se matou na frente do filho caçula, de 2 anos. Os corpos ficaram caídos lado a lado, na frente da casa.

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