Agentes socioeducativos cruzam os braços após posto da PM ser fechado

Servidores da carreira dizem que segurança depende da presença da Polícia Militar, e só voltam ao trabalho com reabertura da unidade

SINDSSE/ReproduçãoSINDSSE/Reprodução

atualizado 10/07/2019 21:42

Agentes socioeducativos fizeram uma paralização, nesta quarta-feira (10/07/2019), em protesto à desativação de um posto da Polícia Militar que fica próximo à unidade de internação de menores infratores, em Planaltina. Segundo a categoria, a presença da PM é essencial para garantir a segurança dos profissionais.

“Infelizmente, é comum ocorrerem tragédias, como fugas em massa, resgates e até a execução de agentes e internos. Reiteramos que a ausência de postos policiais nas entradas dos centros de ressocialização é um fator decisivo para estas trágicas ocorrências”, diz trecho do texto publicado no site do Sindicato da Carreira Socioeducativa.

A entidade alega que o acordo firmado para o fim da greve de 2015 – de instalar postos nas unidades de São Sebastião e Santa Maria – não só está sendo descumprido como os postos existentes estão sendo removidos. Segundo o sindicato, a paralisação perdura enquanto os postos da PM não voltarem a funcionar, o que pode prejudicar as visitas de familiares aos internos.

O Metrópoles questionou o GDF e a PM sobre a possibilidade de reabertura do posto policial e aguarda resposta.

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