Acusado de matar servidor do Ibram com três tiros vai a júri no DF

Brendo Washington Souza Santos será julgado pela morte de Caio Augusto de Souza, que ocorreu em 8 de março de 2024, em Brazlândia (DF)

atualizado

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Divulgação/PCDF
Brendo Washington Souza Santos
1 de 1 Brendo Washington Souza Santos - Foto: Divulgação/PCDF

Acusado de assassinar um servidor do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Brendo Washington Souza Santos (imagem em destaque) irá a júri popular, nesta terça-feira (7/3). A vítima, Caio Augusto de Souza, foi morto pelo condenado com três tiros na noite de 8 de março de 2024, em Brazlândia (DF). A suspeita é de que o homicídio tenha sido causado por ciúmes.

O julgamento será realizado pelo Tribunal do Júri de Brazlândia às 9h da manhã.

Segundo a sentença, Caio foi até a casa de uma amiga e estacionou o carro em frente a residência.

De acordo com testemunhas, o brigadista teria ido a cada dela para sair com ela, no entanto, a amiga teria combinado um encontro com o acusado e recusou o convite de Caio.

Enquanto a vítima estava na residência, Brendo e um outro suspeito, chegaram ao local. Ao ver o outro veículo, decidiram esperar de dentro do carro, com os faróis apagados.

Eles permaneceram escondidos, observando a movimentação, até o momento em que Caio deixou o local dirigindo.

Caio estava dentro de um carro, um Corsa vermelho, quando um Honda Civic cinza, se aproximou e ficou lado a lado com o veículo da vítima.

Em seguida, três disparos de arma de fogo foram efetuados contra o servidor, que morreu na hora.

Para o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a ação foi premeditada e, o crime, foi configurado como homicídio qualificado, tanto pelo motivo torpe — relacionado a ciúmes — quanto pelo uso de emboscada, que impossibilitou qualquer defesa da vítima.

Fuga e identidade falsa

Após cometer o crime, o acusado ficou mais de um mês foragido até ser preso em 29 de abril daquele ano, em um hotel em Águas Lindas (GO).

Na ocasião, o denunciado havia se hospedado no local, com uma identidade falsa.

De acordo com a investigação, ele se apresentou como “Brendo Gonçalves Borges Santos” e chegou a registrar a ficha do hotel com um outro nome como responsável pela hospedagem.

Ainda segundo a sentença, Brendo apresentou uma CNH digital de terceiro como identidade, além de ter realizado o pagamento da estadia com uma chave Pix de uma outra pessoa.

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