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Tácio Lorran

INSS: PGR pede que Mendonça retire tornozeleira de ex-ministro de Bolsonaro

Ahmed Mohamad Oliveira Andrade foi alvo da Operação Sem Desconto em 2025 e, desde então, usa tornozeleira eletrônica

08/05/2026 02:00
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FOTO: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiaFoto
Imagem colorida mostra o ex-ministro da Previdência Sicial do govero Bolsonaro na CPMI do INSS - Metrópoles

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recomendou, na terça-feira (5/5), que Ahmed Mohamad Oliveira Andrade (José Carlos Oliveira), ex-ministro do Trabalho de Jair Bolsonaro e ex-presidente do INSS, seja liberado do uso de tornozeleira eletrônica. A manifestação foi obtida pela coluna.

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Ex-ministro da Previdência Sicial do govero Bolsonaro na CPMI do INSS
INSS: PGR pede que Mendonça retire tornozeleira de ex-ministro de Bolsonaro - imagem 3
O ex-ministro da Previdência José Carlos Oliveira, ao lado do ex-presidente da República Jair Bolsonaro
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O ex-ministro da Previdência José Carlos Oliveira, ao lado do ex-presidente da República Jair Bolsonaro

Divulgação/PR
Ex-ministro da Previdência Sicial do govero Bolsonaro na CPMI do INSS
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Ex-ministro da Previdência Sicial do govero Bolsonaro na CPMI do INSS

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INSS: PGR pede que Mendonça retire tornozeleira de ex-ministro de Bolsonaro - imagem 3
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Ahmed Mohamad foi alvo da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, em novembro de 2025 e, desde então, é monitorado por tornozeleira eletrônica. Ele também foi alvo de buscas e apreensões.

Durante sua presidência do INSS, Ahmed Mohamad foi o responsável por assinar e autorizar Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com entidades associativas suspeitas de arrecadar milhões de reais em descontos ilegais de aposentados e pensionistas.

O argumento de Ahmed Mohamad, endossado pela PGR, é que ele não adotou comportamento prejudicial às investigações. O órgão pontuou que as investigações do escândalo do INSS “possuem elevada complexidade” e que os casos foram avaliados individualmente.

O ministro do STF André Mendonça

Outros três investigados também tiveram pareceres favoráveis da PGR para a retirada do monitoramento eletrônico. São eles: André Luiz Martins Dias, Gilmar Stelo e Walton Cardoso Lima Júnior.

Sete tiveram pareceres negativos, nos quais o órgão defendeu a manutenção da prisão preventiva. Entre eles estão, o ex-presidente do INSS no governo Lula, André Stefanutto, o ex-procurador-geral Virgílio de Oliveira Filho e o ex-diretor André Paulo Félix Fidélis.