Sexo sem penetração: veja outras formas de ter um orgasmo
A especialista Ana Gehring, do perfil Vagina sem Neura, dá para você ter um sexo prazeroso, mas sem penetração

Quando se fala em sexo, muita gente logo remete à penetração. Mas sabemos que transar vai além de um pênis penetrando em algum orifício. A especialista Ana Gehring, do perfil Vagina sem Neura, esclarece que o corpo todo é orgástico e é preciso ser explorado.
“Dor não é normal, é preciso procurar entender o porquê há dor na penetração”, alerta. Ela ressalta que tudo bem não curtir algo penetrando, mas é preciso entender se é desconforto, dor ou se a pessoa realmente não gosta.
Esclarecido isso, vale desconstruir a ideia de que para transar é preciso penetrar. Por isso, ela elencou algumas formas possíveis e muito prazerosas de atingir um orgasmo, além do básico que conhecemos.
Outras formas de prazer
Levando em conta que o corpo todo é apto a sentir prazer, Ana recomenda uma massagem ou estímulo percorrendo o corpo todo: “Quem já fez massagem tântrica sabe que somente com o toque sutil no corpo já pode deixar a excitação tomar conta dos pés à cabeça”, explica.
Investir em toques é uma opção gostosa para explorar o corpo do par. “Muitas vezes, após um tempo de toques, a pessoa já chega ao orgasmo quando o estímulo chega à região genital”, emenda.
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Zonas erógenas
Vale lembrar que existem diversas zonas erógenas pelo nosso corpo, e explorar o sexo oral juntamente com o estímulo dessas áreas é uma forma garantida de chegar ao orgasmo.
“Os seios, mamilos, clitóris, pescoço, coxas e até axilas… São muitas as áreas que podem despertar o prazer ao serem estimuladas”, indica.
Vai e vem
O movimento “vai e vem” é bem-vindo em todo sexo, com ou sem penetração. Ana Gehring aponta a importância de explorar esse movimento com a parceria. Seja o ato de esfregar a vulva, ou o par que tem pênis fazer uma espanhola, ou curtir um movimento vai e vem sem a penetração, mas com estímulos.
“Existem opções para chegar ao orgasmo sem ter que penetrar. Porém, qualquer desconforto deve ser comunicado ao par”, finaliza.

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