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Pouca vergonha

Rodrigo Simas teve medo de se assumir bi; expert avalia comportamento

O ator Rodrigo Simas demorou a entender sua bissexualidade por conta dos preconceitos acerca da orientação; entenda

Thamara Maria25/01/2024 18:40
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Reprodução/Instagram
Foto colorida de Rodrigo Simas

Rodrigo Simas voltou a falar sobre sua bissexualidade. Em entrevista ao quadro Na Piscina com Fê Paes Leme, do GNT, o ator afirmou que teve receio de assumir sua orientação sexual por conta da invisibilidade bi e da crença de que a orientação se trata de ficar “em cima do muro”.

“Eu acho que eu demorei para entender que era bi por não saber que é tudo bem ser bi. Não é ficar em cima do muro”, disse, completando que também temeu que o preconceito da sociedade afetasse em sua carreira artística e na disponibilidade de papéis.

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Rodrigo Simas
Aghata Moreira e Rodrigo Simas
Eles estão juntos desde 2018
Rodrigo Simas: "Eu nunca expus isso, mas sou um homem bissexual"
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Rodrigo Simas: "Eu nunca expus isso, mas sou um homem bissexual"

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Rodrigo Simas
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Rodrigo Simas

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Aghata Moreira e Rodrigo Simas
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Aghata Moreira e Rodrigo Simas

Webert Belicio/AgNews
Eles estão juntos desde 2018
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Eles estão juntos desde 2018

Divulgação

O psicólogo Alexander Bez reforça que bissexualidade é uma orientação sexual legítima e tão natural quanto qualquer outra, e que é fundamental reconhecer e respeitar a diversidade sexual, compreendendo que não há uma única forma “certa” de expressar afeto e amor.

“Muitos indivíduos bissexuais enfrentam desafios significativos em termos de aceitação, tanto pessoal quanto social. É vital lembrar que a jornada para aceitar a própria bissexualidade pode ser complexa, destacando a importância do apoio psicológico”, afirma o especialista.

Por fim, Bez afirma que é importante lembrar que a jornada de autodescoberta e integração desses aspectos pode levar tempo.

“Os preconceitos e estigmas associados à diversidade sexual devem ser desafiados, criando um ambiente terapêutico seguro para que os indivíduos possam explorar e abraçar todas as facetas de sua identidade. Neste processo, é essencial lembrar que cada pessoa tem sua própria jornada, ritmo e narrativa”, finaliza.

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