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Pouca vergonha

Risco de fraturar o pênis no sexo é mais comum no Natal, diz pesquisa

Nas festas de fim de ano, o risco de fraturas no pênis cresce, com maior incidência entre 24 e 26 de dezembro, revelou uma pesquisa

25/12/2025 13:10, atualizado 25/12/2025 13:33
Vachiravit Vasuponsritara/Gettyimages
Imagem mostra homem com camiseta branca e calça preta com as mãos sobre as partes íntimas - Metrópoles

Quebrar o pênis no Natal está entre os piores presentes para essa época, mas aparecente não é tão raro e ainda se torna mais frequente nas temporadas de fim de ano.

Um levantamento recente revelou que o risco desse tipo de lesão aumenta durante o período natalino. De acordo com a pesquisa, os casos de fratura peniana se concentram principalmente entre os dias 24 e 26 de dezembro, quando há um crescimento significativo nos atendimentos de emergência relacionados ao problema.

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O que diz a pesquisa

O estudo, publicado no British Journal of Urology International, analisou dados de 3.421 homens na Alemanha e revelou que o risco é maior entre pessoas de meia-idade. Os pesquisadores examinaram registros de pronto-socorro entre 2005 e 2023 e identificaram um aumento expressivo de ocorrências nesse intervalo específico do ano.

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O sexo é considerado uma atividade física
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A fratura peniana costuma ser reconhecida rapidamente pela vítima: o quadro geralmente envolve um estalo audível, seguido de dor intensa e perda imediata da ereção. Embora não haja osso no pênis, a lesão acontece quando o tecido interno se rompe devido a uma dobra ou impacto brusco durante a relação sexual.

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Posições sexuais que facilitam a fratura

Entre as situações mais associadas ao problema está a chamada posição da vaqueira invertida, em que a pessoa penetrada fica sentada de costas sobre o parceiro. Nessa configuração, há maior risco do pênis escorregar e sofrer compressão contra o osso púbico, provocando a ruptura.

Apesar do alerta, especialistas reforçam que o quadro é raro. Estimativas do National Institutes of Health apontam que apenas um em cada 100 mil homens deve enfrentar esse tipo de lesão ao longo da vida.