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Pouca vergonha

Quem é a fundadora do "culto do orgasmo", acusada de abuso nos EUA

Nicole Daedone é acusada de forçar integrantes de seu "culto do orgasmo" a fazer sexo com milionários. Ela está sendo julgada nos EUA

07/02/2024 12:01, atualizado 07/02/2024 16:17
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Instagram/Reprodução
Foto colorida de Nicole Daedone - Metrópoles

Nicole Daedone está sendo acusada de forçar participantes de seu “culto do orgasmo” a se envolverem em relações sexuais com milionários — que seriam possíveis investidores da organização — por mais de uma década. Conhecida como a “guru do orgasmo”, a norte-americana de 56 anos ganhou fama ao liderar uma empresa que promovia a “meditação orgástica” para mulheres.

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De acordo com informações do New York Post, seus métodos atraíram a atenção de celebridades como Gwyneth Paltrow, que a considerava uma referência no assunto e até lançou velas com aromas de orgasmo e vagina. Khloe Kardashian também demonstrou interesse nas ideias emplacadas pela empresa de Nicole, a OneTaste.

Quem é a fundadora do “culto do orgasmo”, acusada de abuso nos EUA - destaque galeria
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Ela é fundadora de uma empresa de bem-estar que promovia a "meditação orgástica" para mulheres
A norte-americana foi acusada de abuso sexual, além de reter salários de funcionários
Gwyneth Paltrow foi atraída pelas "promessas" de Nicole
Assim como Khloe Kardashian
Nicole Daedone tem 56 anos
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Nicole Daedone tem 56 anos

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Ela é fundadora de uma empresa de bem-estar que promovia a "meditação orgástica" para mulheres
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Ela é fundadora de uma empresa de bem-estar que promovia a "meditação orgástica" para mulheres

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A norte-americana foi acusada de abuso sexual, além de reter salários de funcionários
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A norte-americana foi acusada de abuso sexual, além de reter salários de funcionários

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Gwyneth Paltrow foi atraída pelas "promessas" de Nicole
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Gwyneth Paltrow foi atraída pelas "promessas" de Nicole

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Assim como Khloe Kardashian
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Assim como Khloe Kardashian

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O empreendimento capitalizou o orgasmo feminino por meio da técnica de “meditação orgástica”, que envolvia uma mulher deitada em travesseiros, com seus órgãos genitais sendo acariciados por exatamente 15 minutos, geralmente por um homem. A “guru” disse que aprendeu essa técnica com um monge budista.

Acusações

Apesar da fama, as alegações de abuso sexual desencadearam uma investigação do FBI que começou em novembro de 2018 e levou à prisão de Nicole em junho do ano passado. Por isso, ela tem aparecido nos noticiários policiais de vários jornais e TVs dos Estados Unidos.

Agora, os promotores acusam Nicole e sua ex-chefe de vendas, Rachel Cherwitz, de se aproveitar de pessoas vulneráveis ​​ao divulgar a empresa como ferramenta para curar traumas sexuais. Além disso, ela teria forçado os membros a se endividarem para pagar os cursos.

Foto colorida de Nicole Daedone - Metrópoles
Nicole Daedone

A norte-americana também é acusada de reter salários de funcionários e submetê-los a “abuso econômico, sexual, emocional e psicológico, vigilância, doutrinação e intimidação”. Nicole teve que comparecer na quinta-feira (1/2) ao tribunal de Nova York, onde está sendo julgada. Ela se declarou inocente.

Nicole vive em um grande imóvel na Califórnia. Ela costuma chamar o local de “mosteiro” e declarou que vai defender suas crenças e práticas. O julgamento oficial deverá acontecer no início de 2025, com duração de cerca de um mês, já que o número de testemunhas é extenso.