Atriz pornô revela que empresários compram suas calcinhas para usá-las
Atriz contou que um dos pedidos que mais recebe são de empresários ricos querendo suas calcinhas para usá-las por baixo do terno no trabalho

Em uma revelação surpreendente, a atriz de conteúdo adulto Amira Evans contou que um dos fetiches comuns — e inesperados — que encontrou na indústria envolve homens casados que compram suas calcinhas para uso próprio. Segundo ela, muitos empresários gostam de vestir as peças secretamente por baixo dos ternos no ambiente de trabalho.

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- Fetiche com lingerie: a atriz de conteúdo adulto Amira Evans contou que homens casados compram suas calcinhas para uso próprio no trabalho;
- Valores das peças: itens de 2 euros chegam a ser vendidos por mais de 100 euros, o equivalente a cerca de R$ 700;
- Variedade de conteúdos: clientes também pagam para a criadora realizar tarefas domésticas ou apenas mandar beijos;
- Aceitação do corpo: a jovem de 27 anos afirmou que os assinantes costumam elogiar sua celulite.
Mais comum do que parece
Embora o custo seja de cerca de 2 euros por item, a criadora, que tem 2,01 m de altura, declarou que frequentemente consegue vender algumas calcinhas por mais de 100 euros, valor equivalente a aproximadamente R$ 700. Alguns compradores pagam ainda mais caso as peças tenham sido utilizadas na academia.

“Muitos dos homens que compraram minhas roupas íntimas me dizem que as usam por baixo do terno o dia todo no trabalho. Alguns deles são casados e têm filhos, e usam minha calcinha fio dental por baixo da cueca boxer enquanto estão em reuniões de diretoria”, comentou Amira sobre o que mais a surpreendeu no fetiche.
Para a atriz, o que está por trás do gosto é a sensação de segredo. “Acho que eles adoram saber que ninguém ao redor delas faz a menor ideia”, disse. “É como se elas estivessem carregando um segredinho travesso que fica só entre elas e eu”, completou.
Relato surpreendente
Ela ainda contou que um dos clientes chegou a admitir que tem uma coleção inteira de lingeries — escondida em uma bolsa de golfe — sem que a esposa saiba. “Ele me disse que a esposa dele era muito pequena e delicada, então ele nem conseguia usar as roupas dela. Em vez disso, ele comprou lingerie e brinquedos de tamanho grande para ele”, relatou.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesAlém das calcinhas, Evans mencionou que clientes também a procuram para comprar tops esportivos e meias suadas. Apesar de a maioria dos pedidos serem acompanhados pelo uso, ela afirmou que nem sempre os atende por achar anti-higiênico.

“Sou paga apenas para andar pela casa, limpar ou passar por baixo das portas, porque os homens querem ter certeza de que eu realmente tenho 2 metros de altura. Também me pedem para fazer tarefas domésticas, como lavar a louça, passar pano e até tomar banho. São apenas atividades do dia a dia”, relatou sobre o fato de nem todos os conteúdos serem sexuais.
Redes sociais mascaram a realidade
Outros rapazes pedem, inclusive, para que a atriz apenas mande beijos para a câmera ou diga seus nomes. De acordo com Evans, uma outra surpresa foi se deparar com clientes que tem preferência por celulite — característica apelidada carinhosamente de “covinha” e muito requisitada pelos assinantes. “Nunca tive um assinante pagante que criticasse minha celulite. Pelo contrário, eles sempre a elogiam.”
Para a jovem de 27 anos, as principais culpadas pela pressão estética são as redes sociais, que passam uma impressão errada sobre o que as pessoas realmente se atraem na vida real. “Eles não estão me pedindo para esconder minha celulite ou mudar meu corpo. Eles estão pagando porque gostam das coisas que muitas vezes dizem às mulheres para se sentirem inseguras”, declarou.





