Pouca vergonha

Após revelação de Lázaro Ramos, sexóloga ensina a “dar uma fugidinha”

Especialista aponta lugares seguros e criativos para o casal dar uma fugidinha, curtir a intimidade longe de casa, sem perrengue e sem motel

atualizado

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Foto colorida e borrada de um casal fazendo sexo - fugidinha deitado na cama - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida e borrada de um casal fazendo sexo - fugidinha deitado na cama - Metrópoles - Foto: Urilux/Getty Images

Durante participação no Surubaum, canal de Gio Ewbank e Bruno Gagliasso, Lázaro Ramos acabou confessando que já transou em um ponto de ônibus. A história rendeu risadas e um climão passageiro, já que Taís Araújo logo rebateu: “Que legal. Não foi comigo.” O ator tentou amenizar: “Não tinha onde fazer. Era noite, já não tinha mais transporte.” A cena repercutiu nas redes e reacendeu um dilema comum: onde viver momentos quentes quando a casa não oferece privacidade?

Ao Metrópoles, a sexóloga Alessandra Araújo garante que, com criatividade e segurança, dá para “dar uma fugidinha” sem depender de motel — e sem entrar na mesma roubada de Lázaro Ramos.

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Fugidinha com cautela: adrenalina boa, perrengue não

Para quem busca um clima proibido, Alessandra explica que espaços externos podem funcionar, desde que o casal seja responsável.

“Quando o lugar é inusitado, a excitação cresce pelo contágio emocional, pela sensação de aventura. Mas segurança vem antes de tudo”, alerta.

Carro parado estrategicamente é o clássico imbatível — e muito mais confortável do que um ponto de ônibus. “Escolham áreas com tráfego zero à noite, mas alguma iluminação discreta. Reclinando os bancos e usando um cobertor, o corpo relaxa e o risco diminui”, diz a sexóloga.

Para quem mora perto da natureza, praias e parques depois da meia-noite entram no radar, desde que bem afastados de passarelas ou áreas de vigilância.

“Lanterna e celular por perto são essenciais. O prazer não combina com medo”, reforça.
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Conforto: quando o romance vence a improvisação

Se o clima aventura não é o forte do casal, Alessandra lembra que a casa de um amigo pode ser a solução mais simples — e, segundo ela, “socialmente muito mais comum do que se imagina”.

“É o único ambiente que permite relaxamento total: música, luz baixa, velas… Tudo contribui para uma experiência completa, principalmente para o orgasmo feminino”, explica.

Outra alternativa discreta é apostar em Airbnb ou aluguel rápido de quarto, opção que dá controle total do ambiente sem a estética de motel.

Foto colorida de um casal seminu deitado na cama com a mulher cim cima do homem com a mão no rosto dele - Metrópoles
A busca por um local fora de casa quando se vive com os pais exige planejamento e uma mudança de foco: o prazer reside na aventura e na cumplicidade do casal, não no luxo

O que a sexóloga reforça: consentimento e planejamento

Para que nada vire perrengue, Alessandra destaca três regras de ouro:

  • Consentimento contínuo: “Se a ansiedade de ser pego é maior que o tesão, não funciona.”
  • Lubrificação à mão: adrenalina e pressa podem atrapalhar o corpo.
  • Plano de fuga: “Combinem o que fazer se forem interrompidos. Às vezes, a melhor saída é só rir e ir embora.”

No fim, lembra a especialista, “o local é apenas o palco; a cumplicidade do casal é a verdadeira protagonista”. E, com um pouco de criatividade, dá para aproveitar o clima e evitar cair no roteiro do ponto de ônibus do Lázaro — afinal, como diria o refrão da música de Michel Teló, “O jeito é dar uma fugidinha…”, mas com segurança.

 

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