Paulo Cappelli

Venezuela aciona “alerta máximo” no Itamaraty e férias são suspensas

Suspensão das férias de Mauro Vieira e auxiliares no Itamaraty ocorre diante da gravidade da ofensiva dos EUA

atualizado

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Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (28), audiência pública com a presença do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira
1 de 1 A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (28), audiência pública com a presença do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira - Foto: <p>Hugo Barreto/Metrópoles<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

O chanceler brasileiro, Mauro Vieira, teve suas férias canceladas em decorrência do ataque realizado pelos Estados Unidos contra a Venezuela. Fontes próximas ao governo afirmam que o presidente Lula determinou o retorno imediato de Vieira às funções e sua participação em reunião de emergência, marcada para as 16h deste sábado (3/1) no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

Além do chanceler, outros secretários do Itamaraty foram convocados a retomar seus cargos para acompanhar de perto a situação. O encontro tem como objetivo definir a resposta oficial do Brasil diante da escalada da tensão internacional.

Fontes da Itamaraty afirmam que a suspensão das férias de Mauro Vieira e de seus auxiliares reflete a gravidade da situação diplomática provocada pelo ataque. A Venezuela, que considerou a ação uma violação de sua soberania, acionou o Brasil em função de seu papel como mediador regional. O governo brasileiro mantém postura cautelosa, buscando preservar o diálogo e evitar a escalada do conflito.

A reunião convocada no Itamaraty terá como objetivo definir os próximos passos da diplomacia brasileira em relação ao incidente e avaliar os impactos nas relações bilaterais entre Brasil, Venezuela e Estados Unidos. O governo federal ainda não se pronunciou oficialmente sobre os detalhes da resposta, mas o encontro pode resultar em uma condenação formal do ataque ou em um apelo por negociações pacíficas.

Conforme revelado pela coluna, Lula solicitou a Celso Amorim que a cúpula do Itamaraty responsável pelas relações entre Estados Unidos e América Latina permanecesse de prontidão durante o recesso de fim e início de ano. Com a ação norte-americana, todos os servidores foram reconvocados para elaborar esboços de possíveis soluções para a região.

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