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Paulo Cappelli

Vaticano une líderes dos partidos de Lula e Bolsonaro

Sóstenes Cavalcante (PL) e Lindbergh Farias (PT) assinam pedido de urgência para criar Grupo Parlamentar Brasil–Vaticano

atualizado

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Sóstenes Cavalcante (PL) e Lindbergh Farias (PT) assinam pedido de urgência para criar Grupo Parlamentar Brasil–Vaticano
1 de 1 Sóstenes Cavalcante (PL) e Lindbergh Farias (PT) assinam pedido de urgência para criar Grupo Parlamentar Brasil–Vaticano - Foto: null

Deputados de partidos opostos no Congresso Nacional, Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara e aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, e Lindbergh Farias, líder do PT, partido do presidente Lula, uniram-se para apoiar a criação do Grupo Parlamentar Brasil–Vaticano.

Os dois parlamentares assinaram o requerimento de urgência apresentado pela deputada Bia Kicis (PL-DF) para acelerar a votação do projeto, que institui formalmente o grupo de cooperação interparlamentar com o Vaticano.

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Líder do PT, Lindbergh Farias
Deputada Bia Kicis é a autora do projeto de resolução e do requerimento de urgência
Líder do governo Lula na Câmara, José Guimarães (PT)
Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), já manifestou de posição contrária à proposta de dosimetria, apenas
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Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), já manifestou de posição contrária à proposta de dosimetria, apenas

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Líder do PT, Lindbergh Farias
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Líder do PT, Lindbergh Farias

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Deputada Bia Kicis é a autora do projeto de resolução e do requerimento de urgência
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Deputada Bia Kicis é a autora do projeto de resolução e do requerimento de urgência

FÁBIO VIEIRA/ESPECIAL METRÓPOLES @fabiovieirafotorua
Líder do governo Lula na Câmara, José Guimarães (PT)
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Líder do governo Lula na Câmara, José Guimarães (PT)

Augusto Tenório

De acordo com o projeto, o Grupo Parlamentar Brasil–Vaticano será formado por parlamentares que aderirem de forma voluntária e “atuará sem ônus para a Câmara dos Deputados”.

O texto destaca que o objetivo é “promover e aprofundar as relações diplomáticas, culturais e institucionais entre o Brasil e a Santa Sé”, além de fomentar discussões sobre temas, como “liberdade religiosa, defesa da vida e da dignidade humana, promoção da paz, direitos humanos, educação, bioética, cultura e preservação do patrimônio histórico-religioso”.

A justificativa apresentada afirma que o Brasil, país com a maior população católica do mundo, mantém laços diplomáticos com o Vaticano desde 1826. O grupo parlamentar, segundo o projeto, deve “reforçar institucionalmente esses laços históricos e culturais” e apoiar iniciativas conjuntas em temas de interesse comum.

O texto também estabelece que o grupo deverá acompanhar a implementação do Acordo Brasil-Santa Sé, em vigor desde 2010, além de incentivar “intercâmbios bilaterais, ações humanitárias conjuntas” e debates no Congresso sobre questões que envolvam o relacionamento entre o Estado brasileiro e a Santa Sé.

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