Paulo Cappelli

Moraes aceita justificativa de Débora do Batom após ida a hospital

Monitorada por tornozeleira eletrônica, Débora Rodrigues deixou a prisão domiciliar sem autorização de Moraes para ir a um hospital

atualizado

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Débora Rodrigues Moraes
1 de 1 Débora Rodrigues Moraes - Foto: Reprodução / Redes sociais

O ministro Alexandre de Moraes (STF) decidiu manter a prisão domiciliar de Débora Rodrigues dos Santos depois de ela deixar a área restrita sem autorização para ir a um hospital. A cabelereira foi condenada a 14 anos por participação nos atos do 8 de Janeiro,

Na decisão, Moraes acolheu a justificativa apresentada pela defesa de “Débora do Batom”, como ficou conhecida após pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua da Justiça instalada em frente ao STF.

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Debora Rodrigues deixou prisão domiciliar após passar mal
Débora Rodrigues dos Santos
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Débora Rodrigues dos Santos
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“Em face da justificativa apresentada, verifico que está evidenciado que a apenada Débora Rodrigues dos Santos foi emergencialmente ao hospital, após sentir fortes dores abdominais”, escreveu Moraes no despacho.

“O descumprimento da prisão domiciliar ocorreu em decorrência de fato superveniente, em circunstâncias que visavam à proteção da integridade física e da saúde da apenada. Diante do exposto, acolho as justificativas apresentadas e mantenho a prisão domiciliar, acrescida das demais medidas cautelares impostas à executada”, afirmou o ministro.

Monitoramento

A saída não autorizada ocorreu na noite de segunda-feira (3/11), quando Débora passou mal. Ela deixou a residência para ir ao Hospital Municipal de Paulínia (SP), onde cumpre pena. A movimentação irregular foi informada a Moraes em ofício do Núcleo de Monitoramento de Pessoas (NMP) da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo.

“Em análise ao referido monitoramento, foi possível constatar que, no dia 03/11/2025, às 20h38, a monitorada incorreu na violação: área de inclusão (domiciliar), permanecendo assim até 04/11/2025, às 03h07”, diz o documento. Segundo o relatório, Débora foi acometida por uma infecção urinária.

O relatório afirma que, ao constatar o descumprimento da medida cautelar, às 22h07 de segunda-feira, o NMP entrou em contato por telefone com o marido de Débora Rodrigues, “que informou que ela havia passado mal e se encontrava em atendimento”. Um novo contato foi feito com a irmã de Débora às 4h41 de terça-feira (4/11).

“Conforme registros do sistema SAC 24, a monitorada chegou ao hospital por volta das 20h50 e deixou o local às 2h22. Durante o trajeto de retorno à sua residência, realizou uma parada em uma farmácia por aproximadamente 20 minutos, chegando em casa às 3h07, momento em que o evento foi encerrado”, diz o relatório enviado a Moraes.

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