Paulo Cappelli

Magnitsky: Eduardo busca sanção a 4 ministros do STF e delegado da PF

Eduardo afirma que 4 ministros do STF e delegado que conduziu inquérito contra Jair Bolsonaro podem ser alvo da Lei Magnitsky

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é entrevistado no estúdio Metrópoles -- Metrópoles
1 de 1 Deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é entrevistado no estúdio Metrópoles -- Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O deputado Eduardo Bolsonaro atua pela aplicação da Lei Mangitsky a um delegado da Polícia Federal e a quatro magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Alexandre de Moraes já foi sancionado pelo governo de Donald Trump com a medida.

Fábio Schor, responsável pelos inquéritos contra Jair Bolsonaro e outros condenados por golpe de Estado, e os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Flávio Dino e Gilmar Mendes, segundo o deputado, podem ser os próximos alvos de sanções dos Estados Unidos.

“O que eu posso te dizer é que, na humilde opinião desse deputado federal, existem várias outras pessoas para serem sancionadas, não somente com visto, mas até através da Lei Magnitsky. Uma delas é o delegado Fábio Schor. O Fábio Schor esteve nos Estados Unidos quando foram alterados os dados do Filipe Martins no sistema migratório norte-americano. Dados esses que só apareceram em 2024, ou seja, mais de um ano após a viagem do presidente Bolsonaro para Orlando, no final de 2022”, disse Eduardo Bolsonaro em entrevista à coluna.

“Eu ainda aguardo, e espero, que o delegado Fábio Schor, agentes da Polícia Federal — boa parte deles da DIP, a Diretoria de Inteligência da PF —, todo um ecossistema sob o comando de Alexandre de Moraes, sejam merecedores dessas sanções. Já adianto aqui que a minha humilde contribuição será nesse sentido, inclusive, se preciso, com relatórios”, afirmou o deputado.

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, na manhã desta terça-feira (21/10), o julgamento do núcleo 4, conhecido como o grupo de desinformação, no âmbito do processo referente à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. No total, são sete réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de propagar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, na manhã desta terça-feira (21/10), o julgamento do núcleo 4, conhecido como o grupo de desinformação, no âmbito do processo referente à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. No total, são sete réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de propagar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas.
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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, na manhã desta terça-feira (21/10), o julgamento do núcleo 4, conhecido como o grupo de desinformação, no âmbito do processo referente à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. No total, são sete réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de propagar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas.
Eduardo Bolsonaro
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, na manhã desta terça-feira (21/10), o julgamento do núcleo 4, conhecido como o grupo de desinformação, no âmbito do processo referente à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. No total, são sete réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de propagar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas.
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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, na manhã desta terça-feira (21/10), o julgamento do núcleo 4, conhecido como o grupo de desinformação, no âmbito do processo referente à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. No total, são sete réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de propagar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, na manhã desta terça-feira (21/10), o julgamento do núcleo 4, conhecido como o grupo de desinformação, no âmbito do processo referente à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. No total, são sete réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de propagar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas.
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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, na manhã desta terça-feira (21/10), o julgamento do núcleo 4, conhecido como o grupo de desinformação, no âmbito do processo referente à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. No total, são sete réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de propagar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas.

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Eduardo Bolsonaro

Reprodução/X

O parlamentar revelou ainda que pretende buscar sanções contra os integrantes da Primeira Turma do STF que votaram para condenar Jair Bolsonaro, assessores e militares por tentativa de golpe. Gilmar Mendes, embora não tenha participado do julgamento, segundo Eduardo, seria um dos principais defensores das decisões de Alexandre de Moraes e atuaria para contornar os efeitos da Magnitsky.

“Cármen Lúcia, Flávio Dino e Cristiano Zanin. Esses três. Lembrando que eu não faço parte do governo norte-americano. Sou apenas um brasileiro exilado aqui no exterior. Mas, onde houver a possibilidade, a minha leitura é que, sim, eles incorreram em suporte a Alexandre de Moraes. E não necessariamente apenas os da Primeira Turma. Se você olhar o caso de Gilmar Mendes, acho que é o mais escandaloso”, declarou Eduardo Bolsonaro.

“O Gilmar Mendes está abertamente falando na confecção de uma lei para bypassar [contornar] a Lei Magnitsky. Primeiro de tudo, isso é algo surpreendente, nem os magnatas russos conseguiram. Gilmar Mendes acha que tem essa condição. Inclusive está ajudando muito o nosso trabalho, quando cita que os bancos brasileiros não estão cumprindo a Lei Magnitsky. Isso, para a gente, é um prato cheio: é traduzir para o inglês e mandar às autoridades americanas”, afirmou.

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