Paulo Cappelli

Eduardo Bolsonaro: reversão da Magnitsky seria “surpresa”

Eduardo Bolsonaro afirma que seria “uma surpresa” se sanções a Moraes e ministros do STF fossem revertidas pelos EUA

atualizado

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Vinicius Schmidt/Metropoles
Eduardo Bolsonaro
1 de 1 Eduardo Bolsonaro - Foto: Vinicius Schmidt/Metropoles

O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), atualmente auto exilado nos Estados Unidos, afirmou em entrevista à coluna nesta quarta-feira (29/10) que seria “uma surpresa muito grande” se as sanções impostas pelos Estados Unidos a autoridades brasileiras, como Alexandre de Moraes (STF), fossem revertidas.

Ele disse que “não conhece ninguém que tenha conseguido fazer a reversão da Lei Magnitsky” e destacou que sanções aplicadas pelo OFAC (Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA) podem, em alguns casos, ser revertidas, mas exigem longo tempo e alto custo.

“Podem, por vezes, ser revertidas, mas demoram, por vezes, mais de décadas, a custo de muito investimento em escritórios, aparato para refazer o entendimento do Poder Executivo. Porque isso não está no âmbito do Judiciário, mas do Executivo”, afirmou.

Eduardo acrescentou ainda que “não vejo como haver a reversão da Magnitsky para o Alexandre de Moraes, depois de tantas violações documentadas de forma tão robusta. Diante dessa realidade fática, não há motivo para outro posicionamento.”

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