
Paulo CappelliColunas

Lei Magnitsky: a reação de Maia ao ser procurado por STF e oposição
Ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia reagiu com cautela após ser procurado tanto por ministros do STF quanto por deputados de oposição
atualizado
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Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia reagiu com cautela ao ser procurado tanto por ministros do STF quanto por parlamentares de oposição a Lula para tratar da sanção imposta pelos Estados Unidos a Alexandre de Moraes por meio da Lei Magnitsky.
Atual presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), Maia evitou se colocar como solução para qualquer dos dois lados.
“Não sou mais político. Não tenho nem mandato nem imunidade parlamentar”, disse Maia, meio sério, meio brincando, ao evitar tomar partido sobre o caso.
Como mostrou a coluna, Maia foi acionado por integrantes do Supremo que questionaram se seria possível mitigar os efeitos da Lei Magnitsky sobre Moraes no que diz respeito a restrições bancárias. Isso porque a medida engloba até mesmo para bancos brasileiros que atuam nos Estados Unidos.
Oposição procura Maia
Já deputados de oposição procuraram Rodrigo Maia e pediram que o presidente da CNF não atue pata blindar Moraes.
Em 2014, o maior banco da França, BNP Paribas, pagou multa de US$ 8,9 bilhões por descumprir determinações impostas pela Lei Magnitsky. Ao arcar com o valor, a instituição financeira francesa evitou julgamento em solo norte-americano.





