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Paulo Cappelli

Magnitsky: banco francês pagou multa de US$ 8,9 bi por descumprir lei

Banco sofreu multa por violar sanção imposta a Cuba, Sudão e Irã via Lei Magnitsky, medida agora imposta pelos EUA a Alexandre de Moraes

03/08/2025 09:55, atualizado 04/08/2025 07:42
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Hugo Barreto/Metrópoles
Alexandre de Moraes pode sofrer restrição de bancos após Lei Magnitsky

O maior banco da França, BNP Paribas, teve de pagar multa de US$ 8,9 bilhões de dólares, em 2014, por descumprir medidas impostas pela Lei Magnitsky, agora usada pelos Estados Unidos para sancionar o ministro Alexandre de Moraes (STF).

A punição ao banco francês foi estabelecida por violações cometidas contra o embargo dos EUA a Cuba, Irã e Sudão, países incluídos em listas de sanções internacionais. As transações consideradas ilegais ocorreram entre 2004 e 2012, totalizando US$ 30 bilhões.

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Donald Trump
Alexandre de Moraes cita publicação de Trump como sustenação para atos de Jair e Eduardo Bolsonaro
Banco francês BNP Paribas pagou multa bilionária por descumprir mesmas sanções impostas a Moraes
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Governo dos Estados Unidos
Alexandre de Moraes cita publicação de Trump como sustenação para atos de Jair e Eduardo Bolsonaro
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Alexandre de Moraes cita publicação de Trump como sustenação para atos de Jair e Eduardo Bolsonaro

STF/Divulgação

O BNP Paribas concordou em pagar a multa para evitar julgamento em tribunal norte-americano. A instituição também foi proibida de realizar determinadas operações em dólar e obrigada a demitir 13 funcionários envolvidos nas irregularidades.

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Bancos brasileiros

No caso de Alexandre de Moraes, o STF e as instituições financeiras brasileiras ainda buscam entender quais transações são permitidas ou proibidas ao ministro.

Líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias ingressou com ação no Supremo para que os bancos não imponham restrições ao magistrado. A representação foi sorteada para o gabinete de Cristiano Zanin.