INSS: Lindôra deixa câmara do MPF ao divergir do rumo da investigação

Procuradora da República, Lindôra Araújo deixou a 1ª CCR do Ministério Público Federal após divergir do rumo das investigações sobre INSS

atualizado

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INSS Lindôra Araújo
1 de 1 INSS Lindôra Araújo - Foto: Ministério Público Federal

A procuradora Lindôra Araújo pediu desligamento da 1ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (1ª CCR) após divergir do rumo da investigação sobre fraudes no INSS. O estopim ocorreu nesta quinta-feira (22/5).

Procurador-geral da República, Paulo Gonet oficiou a Advocacia-Geral da União (AGU) informando que assuntos relativos a descontos associativos do INSS serão conduzidos pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) e pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão.

Lindôra argumentou que Previdência Social seria uma pauta de atribuição da 1ª CCR, que tem um grupo de trabalho interinstitucional de Previdência e Assistência Social, comandado pela procuradora Zélia Pierdoná.

Lindôra reclamou que não foi consultada sobre a decisão do procurador-geral de remeter a pauta a outra câmara de coordenação e revisão. E solicitou desligamento da 1ª CCR.

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Lindôra Araújo enviará a posição da PGR ao STF sobre caso envolvendo Bolsonaro
Lindôra Araújo é considerada uma das procuradoras mais conservadoras da PGR
Em 4 de abril de 2022, tornou-se vice-procuradora geral da República na gestão de Augusto Aras
O PGR Paulo Gonet
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O PGR Paulo Gonet

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Lindôra Araújo enviará a posição da PGR ao STF sobre caso envolvendo Bolsonaro
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Lindôra Araújo enviará a posição da PGR ao STF sobre caso envolvendo Bolsonaro

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Lindôra Araújo é considerada uma das procuradoras mais conservadoras da PGR
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Lindôra Araújo é considerada uma das procuradoras mais conservadoras da PGR

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Em 4 de abril de 2022, tornou-se vice-procuradora geral da República na gestão de Augusto Aras
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Em 4 de abril de 2022, tornou-se vice-procuradora geral da República na gestão de Augusto Aras

Lindôra Araújo foi vice-procuradora-geral da República na gestão de Augusto Aras à frente do Ministério Público Federal.

No Congresso Nacional, senadores de oposição a Lula já conseguiram as assinaturas necessárias para instalar uma CPMI para investigar as fraudes bilionárias no INSS.

INSS na mira do Congresso Nacional

Na Câmara, faltam 13 assinaturas para que a comissão parlamentar mista de inquérito seja instalada. Até mesmo senadores e deputados da base de Lula assinaram o requerimento para que a investigação vá adiante.

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