Paulo Cappelli

Imóvel de Bacellar alvo da PF não era usado pelo deputado há um mês

Operação da PF investiga vazamento de informações sigilosas que beneficiariam o deputado TH Joias e o Comando Vermelho (CV)

atualizado

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Deputado Rodrigo Bacellar
1 de 1 Deputado Rodrigo Bacellar - Foto: Divulgação/Alerj

O endereço no qual a Polícia Federal (PF) cumpriu mandados nesta terça-feira (16/12) contra o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar (União Brasil), não é mais utilizado pelo parlamentar há cerca de um mês.

Atualmente, o deputado mora em um apartamento com vista para o mar localizado na Avenida Atlântica, no Leme, bairro vizinho a Copacabana. Os mandados no âmbito da Operação Unha e Carne 2 foram cumpridos pela PF  no antigo apartamento do parlamentar em Botafogo, além de outros endereços.

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PF investiga vazamento de informações
Deputado Rodrigo Bacellar é investigado pela PF por vazamento de informações sigilosas que beneficam o Comando Vermelho (CV)
Desembargador é suspeito de atuar para favorecer o Comando Vermelho
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Desembargador é suspeito de atuar para favorecer o Comando Vermelho

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PF investiga vazamento de informações
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Deputado Rodrigo Bacellar é investigado pela PF por vazamento de informações sigilosas que beneficam o Comando Vermelho (CV)
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Deputado Rodrigo Bacellar é investigado pela PF por vazamento de informações sigilosas que beneficam o Comando Vermelho (CV)

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Antes da mudança, o imóvel era ocupado por um juiz com atuação na comarca de Campos dos Goytacazes. Bacellar realizou uma reforma na unidade antes de se transferir para o novo endereço.

O parlamentar é investigado por vazamento de informações sigilosas que favoreceriam o Comando Vermelho (CV).

Vazamento

A Operação Unha e Carne 2 prendeu o desembargador Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), relator do caso de Thiego Raimundo dos Santos, conhecido como TH Joias.

Bacellar havia sido preso no início do mês por vazar informações que beneficiavam TH Joias. Ele foi afastado da presidência da Alerj, mas foi libertado no dia 8 de dezembro por decisão do plenário da Casa, com imposição do uso de tornozeleira eletrônica.

No celular do deputado, foram encontradas mensagens que incriminariam o desembargador Júdice Neto, preso pela PF nesta terça-feira.

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