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Paulo Cappelli

Filipe Martins pede “vaquinha” para pagar a advogados nos EUA

Ex-assessor de Jair Bolsonaro, Filipe Martins é acusado de participação no plano de golpe de Estado

10/11/2025 12:07, atualizado 10/11/2025 12:13
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Reprodução / Agência Brasil
Filipe Martins

Ex-assessor de Assuntos Internacionais de Jair Bolsonaro, Filipe Martins promove uma “vaquinha” para custear os serviços de seus advogados nos Estados Unidos. Martins foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por suposto envolvimento na elaboração do plano de golpe de Estado pelo qual Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com Jeffrey Chiquini, responsável pela defesa de Martins no Brasil, a campanha de arrecadação foi criada por apoiadores do ex-assessor.

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Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão pelo STF
Filipe Martins foi condenado por tentativa de golpe de Estado em 2022
O advogado Jeffrey Chiquini
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O advogado Jeffrey Chiquini

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão pelo STF
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Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão pelo STF

HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto
Filipe Martins foi condenado por tentativa de golpe de Estado em 2022
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Filipe Martins foi condenado por tentativa de golpe de Estado em 2022

Reprodução / Agência Brasil

“Um grupo de apoiadores e amigos do Filipe Martins criou uma campanha para arrecadar fundos a fim de ajudá-lo a custear as despesas da nova fase do processo nos EUA, além de outros gastos decorrentes da perseguição e das restrições que ele vem enfrentando há quase três anos”, afirmou Chiquini.

“Cada centavo irá exclusivamente para ele e para custear os novos advogados criminalistas nos EUA. Vamos apoiar o Filipe a levar todos os responsáveis pela fraude no sistema migratório americano à Justiça dos Estados Unidos”, completou.

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A acusação contra Martins aponta que o ex-assessor viajou para os EUA com Jair Bolsonaro em dezembro de 2022. O governo norte-americano, no entanto, informou que o registro de entrada dele no país é fruto de um documento falso. Washington investiga se alguma autoridade cometeu fraude com intenção de incriminar o ex-assessor de Bolsonaro.