Paulo Cappelli

Decisão do STF pavimentará delação — ou silêncio — de Vorcaro

Uma possível delação premiada de Daniel Vorcaro depende apenas do STF, garantem investigadores que acompanham o Caso Master

atualizado

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BRENO ESAKI/ METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Plenário do STF
1 de 1 Plenário do STF - Foto: BRENO ESAKI/ METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Uma possível delação premiada de Daniel Vorcaro depende apenas do STF, garantem investigadores que acompanham o Caso Master. Se a Segunda Turma da Corte mantiver a prisão do banqueiro, em votação nesta sexta-feira (13), ele firmará um acordo de colaboração.

Por outro lado, se Vorcaro receber o benefício da prisão domiciliar, a tensão sobre o banqueiro tende a arrefecer, e uma delação ficará distante.

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O ministro do STF Gilmar Mendes
Kassio Nunes Marques
Ministro Luiz Fux, do STF
Daniel Vorcaro
André Mendonça integra 2ª Turma do STF
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André Mendonça integra 2ª Turma do STF

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O ministro do STF Gilmar Mendes
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O ministro do STF Gilmar Mendes

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Kassio Nunes Marques
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Kassio Nunes Marques

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Ministro Luiz Fux, do STF
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Ministro Luiz Fux, do STF

Victor Piemonte/STF
Daniel Vorcaro
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Daniel Vorcaro

Reprodução / YouTube

A prisão domiciliar foi determinada pelo ministro André Mendonça, relator do inquérito, após a polícia descobrir que o banqueiro planejou atacar, por meio de agressões físicas, pessoas que atuavam contra seus interesses.

Agora, caberá aos ministros Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques e Luiz Fux decidir se referendam a decisão de Mendonça. Fux tem sinalizado que votará pela manutenção da prisão. Se Gilmar ou Kassio seguirem a mesma posição, Vorcaro permanecerá preso.

Empate beneficia Vorcaro

Já se Gilmar e Kassio divergirem de Mendonça, haverá um empate e, com isso, Vorcaro será solto por conta do princípio jurídico in dubio pro reo.

O ministro Dias Toffoli, que integra a Segunda Turma do STF, não votará. Citado nas investigações do Caso Master, ele se declarou suspeito para atuar no julgamento envolvendo a prisão do banqueiro.

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