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Paulo Cappelli

A expectativa do governo sobre a CPI que investigará crime organizado

Parlamentares governistas esperam que CPI priorize propostas em vez de indiciamentos, sob relatoria de Alessandro Vieira (MDB)

atualizado

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Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Fabiano Contarato CPMI do INSS
1 de 1 Fabiano Contarato CPMI do INSS - Foto: Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

A expectativa do governo Lula é que a CPI do Crime Organizado, instalada no Senado, nesta terça-feira (4/11), tenha caráter mais propositivo do que punitivo.

A comissão será presidida pelo senador Fábio Contarato (PT-ES), terá Hamilton Mourão (Republicanos-RS) como vice e contará com Alessandro Vieira (MDB-SE) na relatoria.

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Senador Hamilton Mourão
Relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB)
Presidente da CPI, Fabiano Contarato (PT)
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Presidente da CPI, Fabiano Contarato (PT)

Andressa Anholete/Agência Senado
Senador Hamilton Mourão
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Senador Hamilton Mourão

Jefferson Rudy/Agência Senado
Relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB)
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Relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB)

Pedro França/Agência Senado

Parlamentares da base do governo avaliam que, sob a condução de Vieira — considerado um parlamentar de centro —, a CPI deverá concentrar seus trabalhos em propor medidas de enfrentamento ao crime organizado, evitando disputas políticas e ações voltadas a indiciamentos.

Apesar de nenhum senador do PT ter assinado o requerimento para a criação da CPI, o partido garantiu a presidência do colegiado com a escolha de Contarato.

“Somos a favor de qualquer proposta para combater o crime organizado”, afirmou à coluna o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT).

A instalação da CPI foi anunciada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, dois dias após a megaoperação policial que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.

A CPI tem 120 dias para investigar especialmente o crescimento das facções e milícias em todo o país.

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