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Mirelle Pinheiro

Suspeito de matar e torturar jovens de MG é morto em ação da polícia

De acordo com a Polícia Civil, as investigações indicam que as vítimas foram mantidas em cárcere privado antes de serem mortas

16/01/2026 08:49
Reprodução/Internet
Suspeito de matar e torturar jovens de MG é morto em ação da polícia

Um homem apontado como suspeito pela morte de quatro jovens mineiros em Santa Catarina morreu na manhã desta sexta-feira (16/1) durante uma operação policial em Navegantes, no Litoral Norte do estado.

Ele era considerado foragido da Justiça e, segundo a Polícia Civil, reagiu à abordagem com uma arma de fogo.

A ação foi realizada por equipes da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), no contexto das apurações sobre o desaparecimento e assassinato das vítimas, cujos corpos foram encontrados no início de janeiro em Biguaçu, na Grande Florianópolis.

O suspeito, de 30 anos, tinha dois mandados de prisão em aberto e era investigado por envolvimento direto no sequestro, tortura e execução dos jovens.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações indicam que as vítimas foram mantidas em cárcere privado antes de serem mortas.

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O local onde elas teriam sido mantidas ficava no Morro da Boa Vista, em São José. A dinâmica do crime aponta para atuação organizada e extrema violência.

O homem morto nesta sexta-feira possuía uma longa ficha criminal. Natural da Grande Florianópolis, ele já havia sido condenado anteriormente por homicídio e tráfico de drogas, tendo passado cerca de uma década no sistema prisional.

Além do caso envolvendo os jovens mineiros, ele também era investigado por outros episódios de sequestro e assassinato na região.

Desaparecimento

O caso começou a ser investigado após o desaparecimento de quatro jovens naturais de Minas Gerais, que perderam contato com familiares e amigos no fim de dezembro.

Dias depois, os corpos foram localizados em uma área afastada de Biguaçu, com sinais de violência e em estado avançado de decomposição.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar outros envolvidos no crime.

Segundo os investigadores, há indícios de participação de mais pessoas, e novas diligências estão em andamento para esclarecer completamente as circunstâncias das mortes e a motivação do crime.