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Mirelle Pinheiro

Saiba quem era o policial morto após tapa no rosto na Praia do Futuro.

Em determinado momento, o suspeito desfere um tapa no rosto do policial. Logo depois, a discussão evolui para os disparos que atingiram o PM

12/01/2026 10:14, atualizado 12/01/2026 10:18
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Reprodução/Internet
Saiba quem é o policial morto após tapa no rosto na Praia do Futuro

O policial militar morto a tiros durante uma confusão na área externa de uma barraca na Praia do Futuro, em Fortaleza, foi identificado como o soldado Paulo Henrique de Lima Silva, de 37 anos. Ele estava de folga quando se envolveu na briga que terminou em morte, na noite desse domingo (11/1).

Imagens de câmeras de segurança registraram o início do desentendimento. No vídeo, Paulo Henrique aparece discutindo com outro homem do lado de fora do estabelecimento.

Em determinado momento, o suspeito desfere um tapa no rosto do policial. Logo depois, a discussão evolui para os disparos que atingiram o militar.

Além do soldado, outro homem também foi baleado durante a confusão e socorrido. Até a última atualização, o estado de saúde dele não havia sido divulgado.

O autor dos disparos ainda não teve o nome revelado oficialmente, e não há confirmação se ele foi preso.

Nota

A Associação dos Profissionais da Segurança (APS) confirmou a identidade do policial e divulgou uma nota de pesar, destacando a trajetória de Paulo Henrique e prestando solidariedade à família, amigos e colegas de farda.

A entidade lamentou a perda e afirmou que o caso aprofunda a sensação de insegurança enfrentada por profissionais da área, mesmo fora do serviço.

Em nota, a barraca Sunrise Beach Club informou que o episódio ocorreu na fila de acesso ao local, na área externa, antes da entrada do público.

O estabelecimento ressaltou que não houve circulação de pessoas armadas na parte interna da barraca, onde acontecia uma festa, e afirmou que seus protocolos de segurança atuam justamente para evitar esse tipo de situação.

A Secretaria da Segurança Pública do Ceará informou que equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Perícia Forense foram acionadas.

O caso é investigado como homicídio doloso.