
Mirelle PinheiroColunas

Relembre todas as vezes que Deolane esteve na mira da Justiça
A advogada e influenciadora já foi alvo de outros mandados, além do que foi cumprido nesta quinta-feira (21/5), em São Paulo (SP)
atualizado
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O mandado de prisão cumprido contra a advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra (foto em destaque) na manhã desta quinta-feira (21/5) não foi o primeiro a tê-la como alvo. Desde 2022, ela esteve no centro de investigações policiais que resultaram em bloqueios financeiros e até prisões anteriores.
Apostas esportivas
Em julho de 2022, Deolane foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Civil de São Paulo. A investigação estaria relacionada a uma empresa de apostas esportivas, as famosas bets.
O nome da influenciadora figurou na investigação por ela ser patrocinada pela empresa.
À época, uma mansão em nome de Deolane, localizada em Alphaville, recebeu a visita de policiais. Dois carros de luxo foram apreendidos naquela data.
Colar de traficante
Mais tarde, em fevereiro de 2024, a advogada virou alvo de investigação depois de publicar uma selfie onde aparece usando um cordão de ouro de Thiago da Silva Folly, o “TH da Maré, chefe do Terceiro Comando Puro (TCP), morto em 2025.
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) ficou responsável pelo inquérito.
Presa pela primeira vez
Meses depois, ainda em 2024, Deolane foi presa pela primeira vez. Ela estava em Recife (PE), quando foi alvo da Operação Integration.
O inquérito da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) apurava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos de azar ilegais.
Na ocasião, a influenciadora voltou a ter bens apreendidos e valores bloqueados.
Narco Fluxo
Já há pouco mais de um mês, em abril, a influenciadora foi alvo da Operação Narco Fluxo, da Polícia Federal (PF).
Ela foi apontada como integrante de um esquema de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico internacional de drogas, rifas e apostas ilegais.
Operação Vérnix
Nesta quinta-feira (21), Deolane Bezerra foi presa em Alphaville, na Grande São Paulo, durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e da Polícia Civil que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital.
A ação, que cumpre seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão, também tem como alvo Marco Willians Herbas Camacho, apontado como líder máximo da facção, o irmão dele, Alejandro Camacho, e dois sobrinhos: Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.
As investigações apontam para um esquema sofisticado de ocultação de patrimônio, que utilizaria empresas e terceiros para movimentar recursos atribuídos à facção criminosa. Segundo os investigadores, uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, interior paulista, teria sido usada para lavar dinheiro da família de Marcola.











