Mirelle Pinheiro

Procuradora sofre ataques misóginos após gravar vídeo institucional

Gisele Bleggi Cunha sofre ataques preconceituosos por sua aparência física após participação em atividade em Sergipe

atualizado

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Reprodução/ Redes Sociais
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1 de 1 whatsapp-image-2026-03-12-at-150156_3x2 - Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A procuradora da República Gisele Bleggi Cunha foi alvo de ataques preconceituosos e comentários sobre sua aparência física nas redes sociais após a divulgação de um vídeo de sua participação em uma atividade institucional em Propriá (SE). As manifestações, de cunho sexista, geraram repúdio de comunidades e figuras públicas.

A OAB, a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e a deputada estadual Linda Brasil (PSOL) manifestaram apoio à procuradora e condenaram os ataques. O prefeito de Propriá, Luciano de Menininha, também lamentou o tratamento preconceituoso e misógino sofrido por Gisele e reforçou o apoio à procuradora.

A procuradora foi atacada por sua aparência física, especialmente sua forma de se vestir, após participar de uma palestra sobre meio ambiente em Propriá. As entidades e figuras públicas reforçam que a internet não é uma “terra sem lei” e que não se pode naturalizar a disseminação de ofensas e discurso de ódio contra mulheres em espaços institucionais.

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