Mirelle Pinheiro

Policial investigado cobrava R$ 200 em troca de “18 cm de puro prazer”

Escrivão da Polícia Civil do MT, o homem, que se apelida de “Baixinho bruto”, teria publicado nudes usando o uniforme da corporação

atualizado

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Reprodução/Web
policial em site adulto
1 de 1 policial em site adulto - Foto: Reprodução/Web

O escrivão da Polícia Civil de Mato Grosso, que virou alvo da Corregedoria por, supostamente, publicar uma foto íntima em sites adultos usando a camisa da corporação, estaria, supostamente, cobrando R$ 200 por hora de programa e prometendo “18 centímetros de puro prazer”.

Odezio Graucio de Oliveira Junior (foto em destaque), de 24 anos, virou alvo de investigação após viralizarem fotos de um policial usando apenas a camisa da instituição. O conteúdo teria sido compartilhado pelo próprio servidor em sites de conteúdo adulto. As investigações iniciais apontam que se tratava de Junior.

Conforme divulgado nas propagandas, além de sexo, os programas, que custam R$ 200 por hora, podiam incluir acompanhamento em jantares e passeios.

Policial investigado cobrava R$ 200 em troca de “18 cm de puro prazer” - destaque galeria
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Odezio Graucio de Oliveira Junior  é investigado
Pelos programas, o homem cobra R$ 200 a hora
Nas redes sociais, o escrivão se apresenta como "Baixinho Bruto"
À coluna, a Polícia Civil informou que a Corregedoria-Geral já tomou conhecimento dos fatos e está tomando as providências cabíveis
Ele entrou na corporação recentemente
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Material cedido ao Metrópoles
Odezio Graucio de Oliveira Junior  é investigado
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Odezio Graucio de Oliveira Junior é investigado

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Pelos programas, o homem cobra R$ 200 a hora
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Pelos programas, o homem cobra R$ 200 a hora

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Nas redes sociais, o escrivão se apresenta como "Baixinho Bruto"
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Nas redes sociais, o escrivão se apresenta como "Baixinho Bruto"

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À coluna, a Polícia Civil informou que a Corregedoria-Geral já tomou conhecimento dos fatos e está tomando as providências cabíveis
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À coluna, a Polícia Civil informou que a Corregedoria-Geral já tomou conhecimento dos fatos e está tomando as providências cabíveis

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Na descrição dos sites, o policial, supostamente, se descrevia como “baixinho, porém macho, malhado e forte” e prometia 18 centímetros de “puro prazer”.

“Estou disposto a realizar os seus mais íntimos desejos com segurança, total sigilo e discrição.” Em um dos perfis, ele se apresentava com o nome de usuário “policial novinho”.

À coluna, a Polícia Civil informou que a Corregedoria-Geral já tomou conhecimento dos fatos e está tomando as providências cabíveis.

Em nota enviada à coluna, a defesa do servidor público negou os fatos. Segundo a equipe, as imagens atribuídas ao servidor são “expressamente contestadas, inclusive quanto à autenticidade, origem, contexto, eventual adulteração, montagem, manipulação digital ou uso indevido de recurso de inteligência artificial”.

“Não se está diante de uma pessoa tentando fugir de esclarecimentos. Pelo contrário. O servidor segue à disposição das autoridades competentes, confiante na seriedade da Polícia Judiciária Civil, no devido processo legal e na atuação técnica das instituições.”

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