Mirelle Pinheiro

PM suspeito de obrigar mulher a fazer sexo oral se entrega à policia

Segundo o relato da mulher, ele teria cometido o crime após abordá-la em uma blitz. O caso ocorreu no Cabo de Santo Agostinho (PE)

atualizado

metropoles.com

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Imagem colorida de posto policial
1 de 1 Imagem colorida de posto policial - Foto: Reprodução

O policial militar suspeito de obrigar uma mulher de 48 anos a fazer sexo oral após abordá-la em uma blitz se entregou à Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) e foi preso. Conforme o relato da denunciante, o caso teria ocorrido na última sexta-feira (10/10), no Cabo de Santo Agostinho, no litoral sul de Pernambuco (PE).

Em nota oficial, a corporação informou que o militar se entregou no final da tarde da última quarta-feira (15/10). Ele, que era lotado no Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), chegou à delegacia acompanhado de seu advogado.

“A unidade está realizando as formalidades relativas ao cumprimento da prisão preventiva, e, após a conclusão dos procedimentos legais, o militar será encaminhado ao Centro de Reeducação da Polícia Militar (CREED), onde permanecerá recolhido à disposição da Justiça”.

Em depoimento, mulher alegou que após ser abordada pelo suspeito, que estava acompanhado de outros dois militares, teria sido levada para dentro de um posto policial e obrigada a fazer sexo oral no homem.

No momento do crime ela estava acompanhada de uma amiga e de suas filhas adolescentes.

A coluna tenta localizar a defesa do policial militar. O espaço segue aberto.

Atestado médico

Os três policiais foram intimados a prestar depoimento na última terça-feira (14/10). No entanto, apenas dois compareceram à unidade policial — a mulher não os reconheceu como o autor do estupro.

Posteriormente, foi divulgado, em coletiva de imprensa da Secretaria na Secretaria de Defesa Social (SDS), que o terceiro suspeito não foi ouvido, pois apresentou um atestado médico de dor na coluna.

Após o PM se entregar, a governadora do Pernambuco Raquel Lyra (PSD) se pronunciou por meio de nota. Ela destacou que acompanha o caso.

“Estamos trabalhando para garantir o acolhimento da vítima e a investigação severa desse caso. Uma coisa é certa: em Pernambuconão toleramos violência contra mulher”.

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