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Mirelle Pinheiro

PF acha saco de lixo recheado de dinheiro na casa do “PM dos iPhones” no RJ.

Celulares e relógios de luxo também foram apreendidos na residência do policial militar, apontado como principal operador do esquema

17/09/2026 08:50, atualizado 17/09/2026 08:55
Divulgação/PF
PF acha saco de lixo recheado de dinheiro na casa do “PM dos iPhones” no RJ

Investigadores da Polícia Federal (PF) encontraram um saco de lixo recheado de dinheiro, além de dezenas de celulares e relógios de luxo na residência do policial militar alvo da Operação Conexão Paralela, deflagrada nesta quinta-feira (17/9), contra um grupo suspeito de introduzir clandestinamente dezenas de milhares de aparelhos eletrônicos no Brasil e movimentar cerca de R$ 60 milhões com o esquema.

As investigações apontam que o policial militar, supostamente responsável pelo montante encontrado no saco de lixo, seria o principal operador da fraude. Com o apoio de outros integrantes, ele atuaria na entrada e posterior comercialização dos produtos sem o recolhimento dos impostos devidos. Até a mais recente atualização desta matéria, a identidade do militar não havia sido divulgada.

A ação policial cumpre seis mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Maricá. Na capital fluminense, os policiais fazem buscas em endereços localizados na Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Copacabana, Bangu e Guaratiba.

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Diversos celulares também foram apreendidos pelos investigadores
As investigações apontam que o grupo era especializado em descaminho de produtos eletrônicos, sobretudo de smartphones
De acordo com a PF, dezenas de milhares de dispositivos teriam entrado no país dessa forma apenas nos últimos cinco anos
Saco de lixo encontrado durante a operação
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Saco de lixo encontrado durante a operação

Diversos celulares também foram apreendidos pelos investigadores
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Diversos celulares também foram apreendidos pelos investigadores

As investigações apontam que o grupo era especializado em descaminho de produtos eletrônicos, sobretudo de smartphones
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As investigações apontam que o grupo era especializado em descaminho de produtos eletrônicos, sobretudo de smartphones

De acordo com a PF, dezenas de milhares de dispositivos teriam entrado no país dessa forma apenas nos últimos cinco anos
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De acordo com a PF, dezenas de milhares de dispositivos teriam entrado no país dessa forma apenas nos últimos cinco anos

O esquema

As investigações apontam que o grupo era especializado em descaminho de produtos eletrônicos, sobretudo de smartphones. Os aparelhos eram introduzidos no território nacional clandestinamente e depois colocados à venda no mercado brasileiro.

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De acordo com a PF, dezenas de milhares de dispositivos teriam entrado no país dessa forma apenas nos últimos cinco anos. Diversos celulares foram apreendidos na casa do policial militar.

A corporação estima ainda que o PM, apontado como principal operador, e os demais investigados tenham movimentado aproximadamente R$ 60 milhões nos últimos anos a partir das atividades investigadas.

A investigação começou depois que a Polícia Federal recebeu uma denúncia pelo ComunicaPF, plataforma utilizada para o envio de informações sobre crimes de atribuição da corporação. A partir da comunicação, os investigadores passaram a apurar a atuação do grupo e o caminho percorrido pelos eletrônicos até a comercialização.

A PF informou que os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de descaminho e associação criminosa. Outros delitos poderão ser acrescentados caso sejam identificados durante as diligências.