Mirelle Pinheiro

PCC: em busca de supremacia, chefões infernizam rivais e atiram em cão

Oito pessoas foram denunciadas por tráfico, associação criminosa, porte ilegal de armas, disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais

atualizado

metropoles.com

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PCC indicação voto São Paulo
1 de 1 PCC indicação voto São Paulo - Foto: Reprodução

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Varginha, cumpriu mandados de prisão preventiva e busca e apreensão contra um criminoso apontado como líder de uma facção ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). O suspeito estava foragido desde agosto de 2022 e foi capturado, nessa segunda-feira (27/1), em São Lourenço, no Sul de Minas Gerais, com o apoio da Polícia Militar.

A operação faz parte de uma série de investigações voltadas para desmantelar organizações criminosas que comandam o tráfico de drogas e outras atividades ilícitas, inclusive de dentro de presídios.

As investigações indicam que a facção usava violência extrema, ameaças e armas de fogo para garantir o domínio sobre o tráfico de drogas na região. Ordens eram transmitidas de dentro de presídios, e qualquer tentativa de resistência era reprimida brutalmente.

Em um dos episódios investigados, um dos criminosos efetuou disparos de arma de fogo em frente à residência de um rival como forma de intimidação. Durante a ação, um cão que estava no local foi atingido pelos tiros.

Corrupção e envolvimento de advogados

Além do tráfico e da violência, as apurações também revelaram a participação de um advogado no esquema criminoso. Já condenado em primeiro grau na Operação Penitência, ele intermediava ordens para manter as operações da facção mesmo após a prisão de seus clientes.

Ao todo, oito pessoas foram denunciadas por crimes como tráfico de drogas, associação criminosa, porte ilegal de armas, disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais. Durante as operações, 16 mandados judiciais foram cumpridos.

Até o momento, três pessoas já foram condenadas, somando penas que ultrapassam 20 anos de prisão. Outros três réus, incluindo o advogado envolvido, aguardam julgamento.

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