Mirelle Pinheiro

Luisa Mell vai a SC e fala em “pontos estranhos” no caso do cão Orelha. Veja vídeo

A ativista falou sobre o caso em seu perfil nas redes sociais e, nesta terça-feira (27/1), esteve ao lado da delegada que investiga o caso

atualizado

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Luisa Mell
1 de 1 Luisa Mell - Foto: Reprodução/Instagram

A ativista Luisa Mell esteve em Santa Catarina (SC) nesta terça-feira (27/1) para acompanhar de perto as investigações sobre a morte do cão Orelha, brutalmente agredido por quatro adolescentes no início do mês. Em Florianópolis, ela se reuniu com a delegada Mardjoli Valcareggi, da Delegacia de Proteção Animal da Capital (DPA), e com o prefeito, Topázio Neto (PSD).

Com cerca de quatro milhões de seguidores nas redes sociais, Luisa Mell publicou vídeos em seu perfil no Instagram relatando a participação na coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça e demonstrando indignação com o caso.

“Temos muitas informações para passar, mas estamos tendo várias reuniões. Temos uma reunião com o prefeito agora e depois vamos à Praia Brava para tentar reconstruir essa narrativa, porque realmente tem muita coisa estranha”, afirmou a ativista.

Luisa também comentou sobre o afastamento do porteiro que divulgou o caso em grupos de mensagens e disse que pretende ir ao prédio onde ele trabalhava. “Ele não quer falar com ninguém. Se alguém tiver o contato dele, peça para nos atender. Ele é o herói dessa história. Quem tem que se esconder são os bandidos”, declarou.

Acompanhada de um homem, a ativista também mencionou o caso do cão Caramelo, que também é apurado pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC). Ela se revoltou ao contar para os seguidores que o animal teria sido alvo de tentativas de agressão.

“Eles tentaram matar o outro cachorro. Várias vezes pegaram o Caramelo e o jogaram no mar”, afirmou.

O laudo

O documento revelou que o cão sofreu um golpe na cabeça, feito por um objeto contundente. Após dias desaparecido, Orelha foi encontrado ferido e agonizando. Devido à gravidade dos ferimentos, ele precisou ser submetido à eutanásia.

Até o presente momento, o instrumento que teria sido usado no crime não foi encontrado.
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Nas redes sociais, Orelha é homenageada por internautas
Cão Orelha morreu em decorrência de agressões que sofreu
Os suspeitos pela morte do cão Orelha estão sujeitos as sanções do ECA
Ela esteve na PCSC e com o prefeito de Florianópolis
Cão Orelha recebeu homenagem nas redes sociais
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Cão Orelha recebeu homenagem nas redes sociais

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Nas redes sociais, Orelha é homenageada por internautas
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Nas redes sociais, Orelha é homenageada por internautas

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Cão Orelha morreu em decorrência de agressões que sofreu
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Cão Orelha morreu em decorrência de agressões que sofreu

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Os suspeitos pela morte do cão Orelha estão sujeitos as sanções do ECA
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Os suspeitos pela morte do cão Orelha estão sujeitos as sanções do ECA

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Ela esteve na PCSC e com o prefeito de Florianópolis
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Ela esteve na PCSC e com o prefeito de Florianópolis

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Investigações

Quatro adolescentes foram identificados como suspeitos do ato infracional de maus-tratos, com base em imagens de câmeras de segurança e depoimentos colhidos pela polícia.

Caso seja confirmada a participação dos adolescentes, eles responderão por ato infracional, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente.

As medidas socioeducativas variam desde advertência e prestação de serviços à comunidade até liberdade assistida e, em situações excepcionais, internação.

Coação

Além dos menores de idade, três adultos, apontados como pais e tio dos envolvidos, estão sendo investigados.

Eles teriam, segundo a polícia, coagido uma testemunha do caso, o que configura o crime de coação no curso do processo.

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