
Mirelle PinheiroColunas

Juliana Marins: representante da família acompanhará necrópsia no Rio
Os exames serão realizados no IML Afrânio Peixoto (IMLAP), também com a presença de um perito da Polícia Federal
atualizado
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A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) informou que um representante da família da brasileira e publicitária Juliana Marins (foto em detaque), que morreu durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, poderá acompanhar a nova necropsia do início ao fim.
Além do representante familiar, um perito da Polícia Federal (PF) também acompanhará o processo.
O exame será realizado pela PCERJ nesta quarta-feira (2/7) no Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP).
De acordo com o Departamento-Geral de Polícia Técnico-Científica, a previsão é de que o corpo chegue ainda na noite desta terça-feira (1°/7) e posteriormente seja levado para o IMLAP.
O objetivo da necropsia é esclarecer dúvidas que surgiram após a divulgação do laudo na Indonésia.
Juliana foi retirada, já sem vida, de uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, no dia 24 de junho, três dias após ter sofrido um acidente.
PF deve investigar morte
A Defensoria Pública da União (DPU) enviou um ofício à Superintendência da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro (RJ) solicitando a abertura de inquérito policial para apurar as circunstâncias da morte da brasileira.
Esclarecimentos
A certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta baseou-se em autópsia realizada pelas autoridades da Indonésia, mas não trouxe informações conclusivas sobre o momento exato do falecimento.
Segundo a defensora pública federal Taísa Bittencourt, a realização célere do exame é fundamental para preservar elementos que possam esclarecer os fatos.
“A família necessita de confirmação da data e horário da morte, a fim de apurar se houve omissão na prestação de socorro pelas autoridades indonésias”, explicou em petição.













