Mirelle Pinheiro

Influenciadora é presa por tramar próprio sequestro para ganhar likes. Veja vídeo

Uma operação foi deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco na manhã desta terça-feira (24/3)

atualizado

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Monniky Fraga
1 de 1 Monniky Fraga - Foto: Reprodução/Instagram

Uma influenciadora digital foi presa durante uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Estado de Pernambuco (PCPE), na manhã desta terça-feira (24/3). Em abril de 2025, ela teria inventado um suposto sequestro.

 

Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início em abril do ano passado, quando a influenciadora Monniky Fraga (foto em destaque), que acumula cerca de 27 mil seguidores no Instagram, procurou a polícia afirmando ter sido vítima de sequestro e relatou ter sido libertada horas depois.

À época do suposto crime, a mulher chegou a conceder entrevistas a emissoras de televisão locais, nas quais detalhou a dinâmica do sequestro.

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A operação foi deflagrada nesta terça-feira (24/3)
Influenciadora foi presa nesta terça (24/3)
A Polícia concluiu que a mulher forjou o próprio sequestro
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A Polícia concluiu que a mulher forjou o próprio sequestro

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A operação foi deflagrada nesta terça-feira (24/3)
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A operação foi deflagrada nesta terça-feira (24/3)

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Influenciadora foi presa nesta terça (24/3)
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Influenciadora foi presa nesta terça (24/3)

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No entanto, ao longo das investigações, os policiais reuniram elementos que indicavam que a denúncia poderia ser falsa. Após diligências e oitivas, com apoio do setor de inteligência, foi constatado que se tratava de uma trama arquitetada pela própria mulher.

Batizada de Operação Cortina de Likes, a ação policial, deflagrada nesta terça-feira (24) pelo Grupo de Operações Especiais (GOE), cumpriu dois mandados de prisão e dois de busca e apreensão nas cidades de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife, João Pessoa (PB) e Várzea Paulista (SP).

O delegado Jorge Pinto detalhou que foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva, dos três expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Igarassu. “Um deles não foi executado porque um dos investigados faleceu antes da decisão judicial, ao longo das investigações.”

A trama foi pensada de maneira coordenada, de acordo com o delegado. “Foram utilizados veículo clonado e arma de fogo para dar contorno de veracidade à trama, que mobilizou todo o aparato da Polícia Civil de Pernambuco. As investigações seguem, e dispomos do prazo de dez dias para concluir o inquérito policial. Uma vez encaminhado ao Ministério Público, acreditamos que ela venha a ser denunciada, caso esse seja o entendimento do órgão.”

“Isso não é uma brincadeira. Entendemos que essa conduta precisa ser coibida, pois configura crime e, quando há o acionamento de toda a nossa unidade, que responde por todo o estado, isso coloca em xeque não só as instituições públicas, mas também o aparato operacional da delegacia”, alertou o delegado.

A coluna tenta contato com a defesa da investigada. O espaço segue aberto.

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