Mirelle Pinheiro

Cabos da PM: quem são os suspeitos de matar policial na porta de casa

Os três homens foram presos horas após o assassinato de um policial civil, em Niterói (RJ), na manhã desta segunda (6/10)

atualizado

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PMs suspeitos de matar policial
1 de 1 PMs suspeitos de matar policial - Foto: Reprodução/Web

Entre os três presos sob suspeita de matar o inspetor da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) Carlos José Queiroz Viana, de 59 anos, na manhã desta segunda-feira (6/10) estão dois policiais militares.

Os suspeitos, presos em flagrante em ação realizada pela Secretaria de Estado de Polícia Civil pouco depois do crime, foram identificados como Fábio de Oliveira Ramos, cabo do 3º Batalhão da Polícia Militar (Méier), Felipe Ramos Noronha, cabo do 15º BPM (Duque de Caxias) e Mayck Junior Pfister Pedro.

Com o trio, os investigadores da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Maricá (DHNSG) apreenderam armas com calibres compatíveis aos usados no assassinato. Inicialmente, o crime é investigado como execução.

Procurada pela coluna, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ)  informou que os agentes envolvidos serão conduzidos à Unidade Prisional da corporação, localizada na cidade de Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

“A Corregedoria segue acompanhando e colaborando com as investigações da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-NIT/SG).”

A corporação ainda informou que os militares responderão a um processo administrativo disciplinar que pode resultar na exclusão dos agentes dos quadros da Secretaria de Estado de Polícia Militar.

O assassinato

O policial civil foi executado a tiros por volta das 6h30 desta segunda (6), quando saiu de casa, em Niterói, para jogar o lixo fora.

De acordo com a polícia, os atiradores estavam em um carro modelo Ônix branco e fugiram logo após o crime.

Equipes do 12º BPM (Niterói) foram acionadas e isolaram a área até a chegada da perícia, realizada pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI), que assumiu as investigações. O corpo do policial foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML).

Em nota, a Polícia Civil classificou o crime como um “ataque covarde” e afirmou que a “resposta será dada à altura”.

Viana era lotado na 29ª DP (Madureira) e tinha longa carreira na corporação. O policiamento foi reforçado em Piratininga e regiões próximas.

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