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Milena Teixeira

Vice da CPMI do INSS diz que sigilo de Lulinha foi “cagada” de Pimenta

Vice-presidente da CPMI do INSS, deputado Duarte Jr, disse que a quebra de sigilo de Lulinha é resultado de “uma cagada” de Paulo Pimenta

atualizado

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Câmara dos Deputados
Deputado Duarte Júnior
1 de 1 Deputado Duarte Júnior - Foto: Câmara dos Deputados

O vice-presidente da CPMI do INSS, deputado Duarte Jr (PSB-MA), afirmou à coluna que a quebra de sigilo do empresário Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, foi resultado de uma “cagada” de seu colega, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

Segundo Duarte, Pimenta deveria ter atuado desde o início para impedir que a CPMI retirasse da pauta a quebra de sigilo do filho do presidente Lula.

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Deputado e ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta
Deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS)
Deputado Paulo Pimenta na CPMI do INSS
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Deputado e ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS)
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Deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS)

Kebec Nogueira/Metrópoles
Deputado Paulo Pimenta na CPMI do INSS
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Deputado Paulo Pimenta na CPMI do INSS

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O vice-presidente acrescentou que a votação não deveria ter sido simbólica, mas nominal, para evitar riscos.

“Faltou conversa, diálogo. Foi uma cagada de Pimenta. Muita arrogância”, disse o parlamentar à coluna na noite de terça-feira (3/3).

Entenda o que aconteceu

Em sessão tumultuada na quinta-feira (26/2), a CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilo fiscal e bancário do filho do presidente Lula.

A votação foi simbólica, ou seja, sem registro nominal de votos. Nesses casos, os contrários precisam se manifestar em pé ou erguendo a mão.

Viana contabilizou sete votos contrários aos requerimentos, afirmando ter considerado apenas os membros titulares e desconsiderado os suplentes,  e declarou os pedidos aprovados.

A confusão começou no momento em que o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), proclamou o resultado.

A base governista alegou que a contagem foi feita de forma equivocada. Parlamentares aliados a Lula recorreram ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, que manteve a decisão da comissão.

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