Milena Teixeira

Senado quer ouvir servidores da Receita após vazamento de dados no STF

Senado quer ouvir servidores da Receita Federal após ação da Polícia Federal que apura o vazamento de dados de ministros do STF

atualizado

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Ministro Alexandre de Moraes preside, pela primeira vez, uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF)
1 de 1 Ministro Alexandre de Moraes preside, pela primeira vez, uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Parlamentares da oposição vão convidar representantes dos servidores da Receita Federal para comparecer ao Senado e prestar esclarecimentos sobre a ação da Polícia Federal que apura o vazamento de dados de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A operação da PF, divulgada na terça-feira (17/2), tornou públicos os nomes de quatro servidores do órgão suspeitos de acessar e repassar dados de autoridades, entre elas o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, a advogada Viviane de Moraes.

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Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso
Operação Expurgo, da PF
Relatório acusa Alexandre de Moraes de censurar cidadãos norte-americanos
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Relatório acusa Alexandre de Moraes de censurar cidadãos norte-americanos

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Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso
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Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Operação Expurgo, da PF
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Operação Expurgo, da PF

Divulgação/ Polícia Federal

Parlamentares aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviaram, ainda na noite de terça-feira (17/2), notas às entidades que representam os servidores.

Entre eles está o senador Izalci Lucas (PL-DF), que classificou a operação como “absurda”.

“Já enviei minha nota e vamos chamá-los para uma conversa. Os ministros do Supremo também têm que ser investigados. Acho absurda a investigação da Polícia Federal. É incrível como não querem saber de transparência”, disse o parlamentar à coluna.

A operação da Polícia Federal

Quatro servidores são investigados pela PF, suspeitos de acessarem ilicitamente, nos sistemas da Receita Federal, dados sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), do procurador-geral da República e de familiares dessas autoridades. Os funcionários teriam quebrado, de maneira ilegal, os sigilos fiscais dessas pessoas.

Em nota, o STF explicou que um relatório produzido pela própria Receita Federal identificou “diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema” das autoridades, “cuja análise, pelas áreas responsáveis, não identificou justificativa funcional”.

“Esses diversos e múltiplos acessos ilegais, conforme destacado pela Procuradoria-Geral da República, ‘apresentam aderência típica inicial ao delito previsto no art. 325 do Código Penal (violação de sigilo funcional)’”, disse o STF.

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