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Planalto aponta um dos motivos para o aumento da desaprovação de Lula

Integrantes do Palácio do Planalto monitoram pesquisa sobre aprovação do governo; novo levantamento foi divulgado nesta quarta

25/03/2026 11:36, atualizado 25/03/2026 12:43
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Imagem colorida do presidente Lula - Metrópóles

Integrantes do Palácio do Planalto monitoram possíveis fatores que podem ter contribuído para o aumento da desaprovação do governo de Lula no último mês.

Pesquisa do AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira (25), indica que 53,5% dos brasileiros desaprovam a gestão, enquanto 45,9% a aprovam.

Apesar disso, assessores do presidente minimizam a alta nos números.

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Lula durante evento no Palácio do Planalto
Presidente Lula (PT)
O presidente Lula
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O presidente Lula

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Lula durante evento no Palácio do Planalto
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Lula durante evento no Palácio do Planalto

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
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Presidente Lula (PT)

Ricardo Stuckert

Aliados do petista  avaliam que a alta nos combustíveis influenciou o resultado da pesquisa. A leitura é de que o levantamento coincidiu com o período de maior pressão nos preços da gasolina, entre os dias 18 e 23 de março.

Integrantes do Planalto também estão atentos à desaprovação entre as faixas mais jovem e mais velha do eleitorado.

A queda no apoio foi mais acentuada entre jovens de 16 a 24 anos, faixa em que a desaprovação subiu de 58,6% para 72,7%, e entre idosos de 60 anos ou mais, passando de 39,2% para 50,8%.

O que diz a pesquisa

Na comparação com fevereiro, o petista registrava 46,6% de aprovação e 51,5% de desaprovação. Os números indicam um avanço do desgaste ao longo do período.

A desaprovação é maior entre os homens: 63,1%. Para as mulheres, é de 45,9%. Além disso, alcança 72,7% na faixa dos mais jovens, entre 16 e 24 anos, e é menor para o público de 45 a 59 anos, na qual é de 43,7%.Entre os evangélicos a desaprovação é de 85,5%.

No recorte por região, o pior resultado está na Região Centro-Oeste, com desaprovação de 65,9%. Os índices são melhores no Nordeste, em que a aprovação (55,6%) supera a desaprovação (43,9%).