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Milena Teixeira

Lula é aconselhado a fazer tête-à-tête com senadores por Messias

Petistas defendem que Lula articule diretamente com senadores e envie até cartas para viabilizar Jorge Messias no Supremo Tribunal Federal

Milena Teixeira31/05/2026 06:00, atualizado 29/05/2026 19:40
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Reprodução/Ricardo Stuckert
Messias e Lula

O presidente Lula foi aconselhado por integrantes do PT a fazer um verdadeiro “tête-à-tête” com senadores para tentar viabilizar, no Senado Federal, o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.

Messias foi rejeitado em sabatina no Senado no dia 29 de abril, em uma derrota classificada por aliados como histórica para o petista.

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Jorge Messias e Lula
Messias foi anunciado por Lula em novembro de 2025, mas a indicação só foi protocolada no começo de abril de 2026.
Ministro da AGU, Jorge Messias, em sabatina na CCJ do Senado
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Ministro da AGU, Jorge Messias, em sabatina na CCJ do Senado

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Jorge Messias e Lula
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Jorge Messias e Lula

Reprodução/Ricardo Stuckert
Messias foi anunciado por Lula em novembro de 2025, mas a indicação só foi protocolada no começo de abril de 2026.
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Messias foi anunciado por Lula em novembro de 2025, mas a indicação só foi protocolada no começo de abril de 2026.

Reprodução / Redes sociais

Segundo integrantes da legenda, Lula foi orientado até mesmo a enviar cartas individualizadas aos senadores, destacando o currículo e a trajetória profissional do chefe da AGU.

Como a coluna mostrou, o presidente pretende se reunir com ministros do governo na próxima quarta-feira (3/6) e deve tratar da articulação em torno do nome de Messias.

Na sexta-feira (29/5), Lula afirmou que voltará a indicar o advogado-geral da União ao STF. O petista também disse ter ficado contrariado com a decisão do Senado, que, segundo ele, teve motivação política.

“Ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer, senadores? Eu vou mandar o Messias outra vez. E vou mandar por respeito à função presidencial. Sou eu que indico. O Senado não pode derrotar alguém se ele não tiver competência jurídica”, declarou Lula durante evento em Sergipe.