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Milena Teixeira

França bate o martelo sobre o Senado em SP após conversa com Haddad

Ex-ministro decidiu disputar o governo de SP após conversar com Fernando Haddad, João Campos e Geraldo Alckmin

06/04/2026 15:12, atualizado 06/04/2026 15:27
Ministério de Portos e Aeroportos/Divulgação
Márcio França, ministro do Empreendedorismo do governo Lula

Após deixar o governo Lula, o ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França decidiu disputar uma vaga no Senado Federal por São Paulo.

A coluna apurou que, nos últimos dias, França conversou com o pré-candidato ao governo paulista Fernando Haddad, com o presidente do PSB, João Campos, e também com o vice-presidente Geraldo Alckmin.

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Márcio França, ministro do Empreendedorismo do governo Lula
Presidente Lula e o ministro do Empreendedorismo, Marcio França (PSB)
Márcio França, dos Portos e Aeroportos, era um dos ministros reunidos com sindicalistas
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Márcio França, dos Portos e Aeroportos, era um dos ministros reunidos com sindicalistas

Fábio Vieira/Metrópoles
Márcio França, ministro do Empreendedorismo do governo Lula
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Márcio França, ministro do Empreendedorismo do governo Lula

Ministério de Portos e Aeroportos/Divulgação
Presidente Lula e o ministro do Empreendedorismo, Marcio França (PSB)
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Presidente Lula e o ministro do Empreendedorismo, Marcio França (PSB)

Ricardo Stuckert/PR

A estratégia de França, que já governou o estado, é formar uma “chapa politica” para fortalecer Haddad no interior paulista.

Já há, inclusive, um nome cotado para a suplência: o ex-prefeito de Barueri (SP), Rubens Furlan, que também foi deputado.

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Com a coluna mostrou, o ex-ministro saiu do governo na quinta-feira (2/4) após reunião com o presidente Lula.

Disputa pelas vagas do Senado

Márcio França chegou a ser cotado como possível candidato ao governo de São Paulo. No entanto, o presidente Lula escolheu  Haddad para encabeçar a chapa do PT.

Com isso, o ex-ministro passou a ser considerado para disputar uma vaga no Senado. Uma das cadeiras, porém, tende a ficar com a pré-candidata e ex-ministra Simone Tebet, recém-filiada ao PSB.

Além de França, a ministra Marina Silva também é apontada como possível nome na composição da chapa. Ainda não há definição sobre o apoio em relação à segunda vaga ao Senado.

Uma ala do PT, no entanto, defende o nome de França para a disputa, avaliando que ele tem maior capacidade de diálogo com prefeitos e lideranças do interior paulista.