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Milena Teixeira

Deputado do PL propõe moção de louvor a ex-vereador Gabriel Monteiro

Coronel Meira (PL-PE) quer homenagear ex-vereador com moção de louvor por atuação na segurança pública

14/07/2026 10:34, atualizado 14/07/2026 11:00
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O ex-vereador Gabriel Monteiro

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados tem na pauta desta terça-feira (14/7) a votação de requerimento que concede Moção de Louvor ao ex-vereador do Rio de Janeiro Gabriel Monteiro. A proposta é de autoria do deputado Coronel Meira (PL-PE).

O ex-parlamentar foi preso em 2022, acusado de estupro, e também denunciado pelo Ministério Público por corrupção de menores. Em 2026, foi absolvido da acusação de estupro, segundo sua defesa.

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O ex-vereador Gabriel Monteiro
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O ex-vereador Gabriel Monteiro divide cela com Daniel Silveira
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O ex-vereador Gabriel Monteiro divide cela com Daniel Silveira

Aline Massuca/Metrópoles
O ex-vereador Gabriel Monteiro
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O ex-vereador Gabriel Monteiro

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Reprodução/Instagram

Apesar do histórico judicial, o requerimento de Coronel Meira afirma que Gabriel Monteiro desenvolveu “notório trabalho voltado à segurança pública, à fiscalização cidadã e ao desenvolvimento de ações de forte impacto social”.

Na justificativa, o deputado também sustenta que o ex-vereador utilizou sua atuação nas redes sociais para fortalecer o debate sobre segurança pública e promover ações em comunidades carentes.

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O texto também alega que, “mesmo diante de desafios que enfrentou nos últimos anos”, o ex-vereador permaneceu como referência de atuação comunitária e defesa da ordem social.

O caso Gabriel

Gabriel Monteiro foi preso em novembro de 2022 acusado de estuprar uma jovem de 22 anos. Além desse caso, o ex-parlamentar foi denunciado pelo Ministério Público por outros crimes, entre eles corrupção de menores.

Em março de 2025, após mais de 2 anos preso no Complexo de Bangu, no Rio de Janeiro, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu liberdade provisória ao ex-vereador.

A decisão impôs uma série de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, restrições de deslocamento e a proibição de manter contato com as supostas vítimas.

Já em 2026, Gabriel e sua defesa anunciaram que ele foi absolvido da acusação de estupro. Segundo os advogados, a decisão judicial levou em consideração contradições nos depoimentos e retratação da denunciante.