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Milena Teixeira

Chefão da CCJ sugere a Alcolumbre que contrate VAR para vigiar Viana

À coluna o presidente da CCJ disse que sugeriu a Alcolumbre contratar um VAR para fiscalizar o presidente da CPMI do INSS

02/03/2026 18:30, atualizado 02/03/2026 19:31
Roque de Sá/Agência Senado
Chefão da CCJ sugere a Alcolumbre que contrate VAR para vigiar Viana

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), recorreu ao futebol para resolver o impasse sobre a quebra de sigilo do empresário Fabio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, na CPMI do INSS.

Como mostrou a coluna, em sessão tumultuada na quinta-feira (29/2), a bancada do governo no Congresso Nacional  acusou o presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), de dar um “golpe” durante a contagem de votos que aprovou a quebra de sigilo do filho do presidente Lula.

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O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA)
Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana
Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional
O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA)
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O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA)

Roque de Sá/Agência Senado
O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA)
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O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES
Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana
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Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional
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Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

O impasse acabou nas mãos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que terá de decidir se os votos serão recontados. Diante da divergência, ele recebeu uma sugestão inusitada de Alencar:

“Eu sugeri ao Davi que, da próxima vez que for colocar o Viana para presidir uma comissão, contrate um VAR. Toda vez que for colocar ele em uma relatoria é para contratar um VAR”, disse Otto à coluna.

Ainda de acordo com Otto, a presidente da comissão fez a contagem dos votos de forma “equivocada”. O senador defende que os votos sejam recontados.

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