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Milena Teixeira

Sem Toffoli no Master, petistas apontam Andrei como "craque" por um motivo

Petistas avaliam atuação do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, na saída do ministro do STF Dias Toffoli da relatoria do caso Master

13/02/2026 06:00, atualizado 13/02/2026 10:54
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Imagem colorida do diretor-geral da PF Andrei Rodrigues - Metrópoles

Aliados do presidente Lula no governo e petistas avaliam que a atuação “célere” do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi “fundamental” para que o ministro do STF Dias Toffoli deixasse a relatoria do caso Master.

Como o Metrópoles mostrou, Toffoli deixou o caso na noite da quinta-feira (12/2) após reunião com integrantes do STF. O ministro da Corte André Mendonça assumiu o processo.

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A conversa com diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deve focar também em como a corporação pode cooperar com o Congresso
diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues
Ministro Dias Toffolli (STF)
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Ministro Dias Toffolli (STF)

Rosinei Coutinho/SCO/STF
A conversa com diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deve focar também em como a corporação pode cooperar com o Congresso
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A conversa com diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deve focar também em como a corporação pode cooperar com o Congresso

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues
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diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues

Segundo auxiliares do chefe do Palácio do Planalto, a saída de Toffoli da condução da ação não era esperada para essa semana. A expectativa era de que ele abrisse mão da relatoria após o feriado de Carnaval.

Para aliados do petista, Andrei apresentou fundamentos consistentes no pedido para que o ministro deixasse a relatoria. A avaliação é de que ele sai da crise como “craque do jogo”.

Outro consenso é de que o diretor-geral da PF também influenciou Lula, que passou a defender, junto a interlocutores, a saída de Toffoli do caso.

A PF apresentou, na quarta-feira (11/2), uma arguição de suspeição contra Toffoli no Supremo Tribunal Federal. O pedido foi acompanhado de material obtido a partir da extração de dados dos aparelhos eletrônicos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

De acordo com apuração do Metrópoles, conversas encontradas no celular de Vorcaro mencionavam o nome de Toffoli, então relator do caso na Corte.