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Milena Teixeira

A vantagem de Márcio França sobre Marina para o Senado em SP

Integrantes do PT E e do PSB apontam vantagem do ministro Márcio França na disputa pela segunda vaga do Senado Federal na chapa do PT

Repórter de Milena Teixeira12/03/2026 02:00, atualizado 11/03/2026 21:02
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Fábio Vieira/Metrópoles
Márcio França (PSB) se candidatou ao Senado por São Paulo com apoio do PT

Integrantes da cúpula do PT e do PSB avaliam que o ministro do Empreendedorismo, Márcio França, desponta com vantagem em relação à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, na disputa pela segunda vaga do Senado Federal na chapa petista.

O partido do presidente Lula avalia lançar Marina ou França como candidatos à Casa Alta na chapa encabeçada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que irá disputar o governo de São Paulo.

A outra vaga do Senado deve ir para a ministra do Planejamento, Simone Tebet.

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Márcio França, dos Portos e Aeroportos, era um dos ministros reunidos com sindicalistas
Márcio França (PSB) se lançou como candidato ao governo de São Paulo na Alesp
Marina Silva (Rede-SP)
Ministra Marina Silva
Márcio França, ministro do Empreendedorismo do governo Lula
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Márcio França, ministro do Empreendedorismo do governo Lula

Ministério de Portos e Aeroportos/Divulgação
Márcio França, dos Portos e Aeroportos, era um dos ministros reunidos com sindicalistas
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Márcio França, dos Portos e Aeroportos, era um dos ministros reunidos com sindicalistas

Fábio Vieira/Metrópoles
Márcio França (PSB) se lançou como candidato ao governo de São Paulo na Alesp
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Márcio França (PSB) se lançou como candidato ao governo de São Paulo na Alesp

Artur Rodrigues/ Metrópoles
Marina Silva (Rede-SP)
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Marina Silva (Rede-SP)

Breno Esaki/Metrópoles
Ministra Marina Silva
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Ministra Marina Silva

Leonardo Hladczuk/Metrópoles @hldczk

De acordo com essas fontes, o principal trunfo de França é a capacidade de dialogar com prefeitos e vereadores do estado.

A avaliação é de que o atual governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), e seus aliados deixaram um “flanco aberto” na interlocução com prefeitos e parlamentares,  espaço que poderia ser ocupado por França.

O ministro, que governou São Paulo por oito meses em 2018, também é avaliado como um nome com boa interlocução entre policiais do estado.

Também pesa o fato de Marina Silva ainda não ter decidido se aceitará ou não o convite para se filiar ao Partido dos Trabalhadores, feito à ministra no ano passado.

Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, uma ala do PT passou inclusive a defender o nome da ministra para ocupar o cargo de vice-governadora na chapa com Haddad.

Nos bastidores, esses caciques petistas avaliam que a chapa “Haddad-Marina” traria um “ar de novidade” para a disputa. No pleito de 2022, o ministro da Fazenda teve a professora Lúcia França (PSB) como vice.