
Lucas PasinColunas

Porta-bandeira nota 10 do Salgueiro sofre ataques; entenda a confusão
Saída de Marcella Alves do Salgueiro e ida para a Viradouro geraram ataques machistas que citam seu relacionamento com chefão de escola
atualizado
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A saída de Marcella Alves do Salgueiro, anunciada na terça-feira (24/2), provocou repercussão entre torcedores e colocou a porta-bandeira no centro de ataques nas redes sociais.
Após mais de uma década defendendo o pavilhão da escola, a sambista confirmou sua ida para a Viradouro, campeã do Carnaval 2025, em meio ao período de troca-troca entre profissionais da folia no Rio de Janeiro.
Marcella estava no Salgueiro desde 2014 e só tirou nota 10 em todos os desfiles nesse período. O desligamento, claro, surpreendeu parte da comunidade da escola. Os ataques passaram a ser associados ao relacionamento entre Marcella e o chefão da Viradouro, Marcelinho Calil, com quem ela mantém uma relação.
Nas redes sociais, a mudança passou a ser associada ao relacionamento, e Marcella se tornou alvo de comentários machistas.
Entre as mensagens publicadas, torcedores escreveram: “Pirocada bem dada, que fez até largar a mão da escola que ela se dizia amar para todo sempre.”; “Se um dia o relacionamento dela terminar, espero que o Salgueiro não volte atrás com ela.”; “Mulher, onde se ganha o pão não se come a carne.”; e “Ela se vendeu para um homem casado com a mulher no puerpério e aceitou ser amante.”.
O relacionamento entre Marcella Alves e Marcelinho Calil teve início após rumores de uma suposta traição envolvendo o dirigente e a porta-bandeira no fim de 2024, quando ele ainda era casado com a influenciadora Thamires Hauch. Após a separação, Marcella e Calil assumiram a relação e seguem juntos.








