Esposa acusa filhas de Stênio Garcia de injustiça contra o pai
Marilene Saade, esposa de Stênio Garcia, desabafou sobre disputa judicial entre ator e a ex-esposa e as filhas

A esposa de Stênio Garcia, Marilene Saade, criticou as filhas do ator, Cássia e Gaya, e a ex-esposa dele, Clarice de Piovesan, de estarem o impedindo de exercer o direito de usufruto do seu patrimônio.
Em um relato, publicado em suas redes sociais, ela disse que a atitude das filhas é condenável. “Estou vivendo e vendo dentro da minha própria casa uma injustiça, uma falta de ética, uma falta de moral, uma crueldade com um idoso de 94 anos, chamado Stênio Garcia Faro”, comentou.
“Esse homem de bem, que tanto alegrou a casa e o coração de tantas pessoas, está tendo o direito dele de usufruto usurpado pelas filhas e pela ex-esposa”, afirmou.
Marilene afirmou, ainda, que Stênio Garcia destinou o seu patrimônio às filhas, mas manteve o direito de usufruto dos imóveis. Além disso, a esposa afirmou que o ator sempre pagou pelas despesas relacionadas aos bens que ele passou para elas.
“Ele sempre exerceu o usufruto. Foi sempre ele que pagou tudo, sempre foi o provedor delas, inclusive com mesadas muito altas”, afirmou.
No vídeo, a esposa do ator também afirmou que Stênio não trabalha e vive apenas da sua aposentadoria. Essa, porém, não é suficiente, segundo ela, para cobrir todas as despesas do senhor de 94 anos.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesMarilene também criticou a advogada que representa as filhas do ator, afirmando que o Estatuto do Idoso deveria ser observado com maior rigor. “Ver um idoso de 94 anos, que trabalhou a vida inteira, tendo que lutar para exercer um direito garantido por lei, é algo que me revolta”, comentou.
“Ele está tendo o direito de usufruto usurpado, gente. Usufruto não se discute. É o direito de usar, gozar, fruir e dispor”, afirmou.
A esposa de Stênio Garcia afirmou ser advogada formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, mas que nunca atuou na área. Apesar disso, agora, ela disse que atua na área de defesa dos direitos da pessoa idosa.
Marilene completou, em seguida, dizendo que não pretende continuar em silêncio diante da situação. “Sou presidente nacional da pasta dos idosos do Instituto de Combate à Violência Familiar e não vou me calar”, encerrou.
Na legenda da publicação, Marilene escreveu: “Ficar calada é um ato de omissão. Não posso assistir calava, mais uma tentativa das rés tirarem o direito de justiça gratuita de um idoso que vive somente de sua aposentadoria”.
Ela, inclusive, afirmou que não deseja se aproveitar dos bens do marido. “Como temos união estável de separação total de bens, nosso dinheiro nunca de comunicou e nunca irá se comunicar. Não vou compactuar calada com esse jogo sujo contra um idoso”, comentou.
“Não vou deixar que os bens e patrimônio da minha família, sejam usados no processo para maus uma tentativa de calar o Stenio”, encerrou.




