Roubado de museu em Viena, colar pertenceu à realeza egípcia
Avaliado em R$ 24 milhões, o colar teria sido criado pela Van Cleef & Arpels para a Família Real Egípcia em 1939

Uma joia histórica com 673 diamantes e mais de 200 quilates foi roubada do Museu de Artes Aplicadas (MAK), em Viena, na Áustria, na tarde de quinta-feira (27/8). Avaliada em cerca de 4 milhões de euros (R$ 24 milhões), a peça integra o acervo da joalheria francesa Van Cleef & Arpels, que está em exposição no museu desde junho. Segundo a polícia austríaca, ninguém ficou ferido durante o crime.
Vem entender!

Roubo no museu
O roubo ocorreu durante o horário de funcionamento do museu. Dois homens quebraram, com um martelo, o vidro que protegia a joia, pegaram a peça e fugiram do local. De acordo com as autoridades austríacas, os suspeitos não usavam máscaras, pagaram para entrar no museu e foram registrados pelas câmeras de segurança.

O MAK não divulgou oficialmente qual peça foi levada. No entanto, a descrição divulgada pela imprensa austríaca e pelas autoridades envolvidas no caso corresponde a uma joia histórica que pertenceu à rainha Nazli do Egito.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesHistória da joia
A joia foi desenvolvida pela Van Cleef & Arpels para a Família Real Egípcia. O colar foi usado pela rainha Nazli durante o casamento de sua filha, a princesa Fawzia, em 1939. Em seu site, a Van Cleef & Arpels descreve a peça como um “exemplo icônico do sucesso das joias de diamantes brancos”.















