Janja veste bordado palestino pela 3ª vez em Assembleia da ONU
Padronagem geométrica conhecida como tatreez simboliza força e sabedoria do povo palestino e é escolha de Janja para esta terça-feira (22/9)

Pela terceira vez seguida, a primeira-dama Janja da Silva vestiu um casaco com bordado palestino durante uma Assembleia Geral da ONU. Conhecida como tatreez, a técnica manual é tradicionalmente transmitida de mãe para filha e carrega símbolos associados à força, à memória e à sabedoria do povo palestino.
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Gesto simbólico
Nesta terça-feira (22/9), em Nova York, Janja apareceu com uma peça vermelha, adornada por pontos geométricos coloridos, como demonstração de apoio à causa palestina. Em publicação no Instagram, a primeira-dama lamentou a violência contra mulheres e meninas: “Os anos passam, e meninas e mulheres seguem sendo assassinadas em seus territórios”.

“Hoje, visto essa história para lembrar que não existe paz enquanto vidas inocentes continuarem sendo perdidas”, acrescentou.

Janja e o apoio à causa palestina
Presente da Embaixada da Palestina no Brasil, o blazer já acompanhou Janja em duas outras edições da Assembleia Geral da ONU. A peça foi usada pela primeira-dama em 2024 e 2025.
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Janja atua como uma voz ativa de apoio político e humanitário à Palestina, alinhando sua agenda pública às diretrizes internacionais do governo Lula. Sua relação com a causa se expressa tanto por meio do engajamento em fóruns internacionais — onde defende o cessar-fogo na Faixa de Gaza, o envio de ajuda alimentar e a proteção de mulheres e crianças —, quanto pelo uso de diplomacia cultural e símbolos de resistência, como o bordado tradicional tatreez e a kufiya, em eventos oficiais.
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