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Giorgio Armani define o futuro da grife homônima em testamento
Conhecido por priorizar a independência da marca própria em vida, Giorgio Armani deixou orientações sobre o futuro da grife em testamento
atualizado
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Pouco mais de uma semana após a morte de Giorgio Armani, aos 91 anos, o mundo da moda foi pego de surpresa na manhã desta sexta-feira (12/9) com novidades sobre o futuro da grife homônima do estilista italiano. Com dois testamentos deixados, um para o aspecto empresarial e outro para bens pessoais, ele definiu que a Armani Foundation, criada em 2016 como um braço para projetos sociais, vai assumir papel central no controle da marca deixada por ele.
Além disso, o renomado designer orientou a venda de 15% da grife para grupos de luxo, com três sugeridos como prioridade: LVMH, L’Oréal ou Essilor Luxottica. Vem saber mais!
Futura venda da Armani
A movimentação, como detalhado pelo portal WWD, deve ocorrer em no máximo 18 meses, contados a partir de 12 meses da abertura do testamento.
A condição colocada é que o grupo escolhido também seja do segmento de moda e luxo. O conglomerado que detiver os 15% deve também adquirir mais uma fatia de 30% a 54,9% da marca no período entre três e cinco anos após a primeira parte da venda.


Abertura de capital
Caso não haja uma movimentação entre cinco e oito anos, a orientação é a abertura de capital, mantendo uma participação de 30,1% da Fondazione Giorgio Armani. A listagem pública deve ocorrer na Itália ou mercados igualmente importantes a nível global.
Nas decisões futuras, um nome que terá 40% do direito ao voto é Leo Dell’Orco, braço direito de Armani apontado como possível sucessor do estilista na direção criativa da grife.


Continuidade estratégica
Em vida, o estilista era conhecido por se opor à ideia de vender, abrir ações ou obter um parceiro comercial. Em comunicado à imprensa, o executivos da empresa informaram que o estilista teve a intenção de “salvaguardar a continuidade estratégica, a coesão corporativa e a estabilidade financeira para o desenvolvimento de longo prazo, em linha com o que ele compartilhou repetidamente com a imprensa e seus colaboradores mais próximos”.










