Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube

Apuração pelo Brasil

Igor Gadelha

Vice de Flávio reage ao arquivamento de investigação por Gilmar Mendes

Alfredo Gaspar, vice de Flávio Bolsonaro, chamou acusação de “denunciação caluniosa” e cobrou punição a Lindbergh Farias e Soraya Thronicke

06/10/2026 17:46, atualizado 06/10/2026 18:13
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Vice de Flávio reage ao arquivamento de investigação por Gilmar Mendes

O candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), Alfredo Gaspar (PL-AL), reagiu ao arquivamento da investigação por estupro contra ele, determinado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

À coluna, Gaspar classificou o caso como uma “injustiça sem limite” e afirmou ter sido alvo de uma “denunciação caluniosa”.

Vice de Flávio reage ao arquivamento de investigação por Gilmar Mendes - destaque galeria
3 imagens
Flávio Bolsonaro definiu Alfredo Gaspar como seu vice
Deputado Alfredo Gaspar
Ministro do STF Gilmar Mendes
1 de 3

Ministro do STF Gilmar Mendes

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Flávio Bolsonaro definiu Alfredo Gaspar como seu vice
2 de 3

Flávio Bolsonaro definiu Alfredo Gaspar como seu vice

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Deputado Alfredo Gaspar
3 de 3

Deputado Alfredo Gaspar

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

“Injustiça sem limite, vil demais. Essa denunciação caluniosa. O Lindbergh e a Soraya foram criminosos, precisam de punição exemplar”, afirmou.

O Metrópoles mostrou, na coluna de Andreza Matais, que Gilmar determinou nesta terça-feira (6/10) o arquivamento do pedido de investigação contra Gaspar.

A decisão atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), e o ministro entendeu não haver indícios contra o deputado.

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor Gadelha

A apuração havia sido aberta após uma notícia de fato apresentada à Polícia Federal pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). Gaspar sempre negou a acusação e chegou a se colocar à disposição para realizar exame de DNA.

Na peça, os dois acusam o congressista de ter mantido relações sexuais com uma menor de idade que tinha apenas 13 anos à época. A relação teria resultado no nascimento de uma filha, hoje com 8 anos.

A representação, no entanto, não trazia detalhes sobre quem seriam as pessoas envolvidas. Lindbergh disse à época ter enviado os nomes à PF, sob reserva.

Na época, Alfredo Gaspar atuava como relator da CPMI da Farra do INSS no Congresso.